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#45682
No art. 196 da Constituição Federal diz que "a saúde é direito de todos e dever do estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação." Contudo, quando se observa o cenário do bem-estar masculino nota-se que há um desinteresse com a própria saúde, assim como, a cultura fundamentada de que ir ao médico com constância abala a sua masculinidade.

Em primeiro lugar, é importante destacar que existe uma negligência do público masculino no que se refere ao seu próprio bem-estar. Por conta disso, doenças que se tivessem sido descobertas desde o princípio poderiam obter resultados diferentes. Desse modo, segundo o levantamento realizado com pacientes do centro de Referência da Saúde do Homem, órgão da Secretária do Estado de São Paulo, 60% do total de pacientes chegam ao hospital com quadros considerados avançados. Infere-se, então, que a ida regularmente ao médico é de extrema importância para uma vida saudável e longa ao homem.

Em segunda análise, vale ressaltar a cultura enraizada na sociedade de que se admitir uma possibilidade de doença e a exposição ao profissional da saúde e consequentemente aos procedimentos clínicos, como o toque retal, é visto como uma "fraqueza" algo que é incompatível com a masculinidade. Nesse âmbito, de acordo com o Hipócrates, considerado o pai da medicina, "o homem saudável é aquele que possui um estado mental e físico em perfeito equilíbrio." Deduz-se logo que, o maior desafio para vencer essa estrave é penetrar a barreira cultural de modo que tal percepção possa ser mudada.

É necessário, portanto, medidas que possam alterar esse quadro. Nesse viés, urge ao Ministério da Saúde aperfeiçoar projetos voltados para o bem-estar masculino, a partir disso, o órgão público em parceria com o projeto Novembro Azul poderia fazer neste mês um especial de palestras com especialistas da área com o fim de alertar e conscientizar sobre os riscos que o descuido da saúde podem trazer. Ademais, criar programas direcionados para o tratamento e a prevenção de patologias específicas de homens com a finalidade de obter-se um resultado positivo e prolongar a expectativa de vida desde indivíduo. Dessa maneira, todos os cidadão terão os seus direitos assegurados tal como diz na Constituição.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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