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Segundo Sêneca, filósofo estoico, “A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida”. Partindo desse pressuposto, pode-se analisar o quanto a educação possui grande importância na construção social e intelectual de qualquer indivíduo. Contudo, com a rede educacional brasileira precária e arcaica, acarreta-se, infelizmente, a evasão escolar de alguns jovens. Isto posto, é notório a análise dos fatores e resoluções para este entrave.
Diante desse cenário, é oportuno pontuar que a negligência estatal tem íntima relação com a problemática, visto que, na Constituição Federal afirma que educação é direito de todos e dever do Estado. Todavia, com a situação decadente na infraestrutura e pouquíssimos recursos para o avanço de metodologias pedagógicas contemporâneas, lamentavelmente, os meios para o abandono escolar são mais viáveis do que para o desenvolvimento acadêmico. Nesse sentido, tal indiligência inviabiliza a dissolução dessa conjuntura inaceitável e, ainda, dificulta a execução da Carta Magna brasileira.
Outrossim, o agravamento do impasse está correlacionado com as disparidades sociais. Nessa perspectiva, uma vez que o indivíduo necessita trabalhar com o objetivo de gerar renda complementar para sua família, conciliar os estudos com essa realidade torna-se algo utópico. Consequentemente, o progresso de aprendizado é comprometido e, assim, cresce as incertezas relacionadas ao futuro no mercado de trabalho e abre portas para que o jovem entre na criminalidade. Portanto, urge a necessidade de modificar tal problemática no Brasil.
Em suma, observa-se a indispensabilidade de atenuar os desafios atrelados ao sistema de educação, especificamente, a evasão escolar. Logo, o Tribunal de Contas da União - responsável pela fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial dos órgãos e entidades públicas do país - deve direcionar verba por meio de impostos federais para as escolas com a finalidade de que haja a reconstrução das instituições de ensino e adaptações nos métodos pedagógicos. Com efeito, espera-se que esse impasse não seja mais um obstáculo na sociedade brasileira.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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O racismo no Brasil, é um empecilho desde o[…]

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