#74432
O jornalista Gilberto Dimenstein, ao produzir a obra cidadão de papel, afirmou que a consolidação de uma sociedade democrática exige a garantia dos direitos fundamentais de um povo. No entanto, ao observar a alienação parental em debate no Brasil, da sociedade e do estado, constata -se que esse direito não tem sido pragmaticamente assegurado na prática. Com efeito, é imprescindível enunciar o aspecto sociocultural e a insuficiência legislativa como pilares fundamentais da chaga.
Em primeira análise, torna-se evidente a influência do fator sociocultural sob tal perspectiva, é oportuno assinalar que, conforme o pensado Émile Dukheim, a sociedade deve ser analisada de maneira crítica e distanciada do senso comum. Nesse sentido, a proposta da sociólogo pode se aplicada quando se analisa a família e a sociedade a assegurar a criança e ao adolescente o direito a absoluta prioridade com o direito a vida, a saúde, à alimentação, a educação, ao lazer, a profissionalização e tudo que uma criança e ao adolescente adolescente tem direito. Destarte, discorrer criticamente essa problemática é o primeiro passo para a consolidação de um país equânime.
Ademais, é cabível pontuar que a ineficácia das leis corrobora com a persistência da vicissitude. A esse respeito, o filósofo grego Aristóteles afirmou que o objetivo da política é promover a vida digna aos cidadãos. Nessa lógica, a conjuntura vigente contrasta o ideal Aristotélico, posto que no intuito da pessoa a provocar a alienação parental e criar sentimentos ruins a criança em relação ao determinado genitor, como o pai e a mãe, por exemplo, pode considera um crime no Brasil conforme previsto na lei no artigo 2°. Assim, medidas precisam ser tomadas pelas autoridades competentes, a fito de atenuar a revés.
Interfere-se portanto, que o imbróglio abordado necessita ser solucionado. Logo, a mídia, por intermédio de propagandas, deve discultir o assunto com profissionais especialistas nessa área, com o objetivo de mostrar as reais consequências do problema é apresenta uma visão crítica a respeito do impasse. Essa medida ocorrerá pela elaboração de um projeto estatal, em parceria com as emissoras de televisão. Em edição aos direito a criança e adolescente no Brasil para que o congresso nacional ira formular artigos jurídicos para intensificar a punição àqueles que violarem as leis contra a tese em questão. Feitos esses pontos, com a visão crítica de Durkheim e a justiça de Aristóteles, a sociedade brasileira deixará de ser uma comunidade de papel, como enfatizou Dimenstein.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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