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#51017
Aristóteles, grande pensador da Antiguidade, defendia a importância do conhecimento para a obtenção da plenitude da essência humana. Para o filósofo, sem a cultura e a sabedoria, nada separa a espécie humana do restante dos animais. Nesse contexto, destaca-se a importância da educação para os mais velhos, como importante peça para a construção de uma sociedade mais culta. No entanto, o sistema educacional brasileiro é um problema devido, não só, à negligência do Estado, mas também para a falta de incentivo ao programa EJA.
Sob essa perspectiva, vale ressaltar que a negligência do Estado está entre as principais causas do revés. De acordo com a Constituição Federal de 1988, importante carta jurídica no país, a população tem assegurado o direito à educação, independentemente de gênero, classe social ou idade. Paulo Freire, importante filósofo brasileiro, enfatiza que a educação sozinha não muda a sociedade, mas sem ela, tampouco a sociedade muda. Fica claro, então, que essa inaceitável questão de descaso do Estado configura não só um desrespeito colossal, mas também uma desvalorização comunal.
Cabe destacar, ainda, que a falta de incentivo ao programa EJA também contribui negativamente para a persistência do impasse. Nesse sentido, o portal G1 expõe que em 2009, 37 mil escolas tinham turmas do EJA fundamental, já em 2018, houve uma queda para 24 mil turmas. É notório que o Poder Público não cumpre com seu papel como fornecedor de direitos mínimos, deixando a população à mercê dessa situação estrutural demasiadamente precária. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a se perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esse obstáculo. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Educação crie programas que enfatize sobre a importância da educação como sociedade, por intermédio das redes sociais e propagandas em rádios e televisões, chegando às partes de baixa classe social, que possuem poucas oportunidades, a fim de promover o acesso à educação para todos de forma igualitária. Assim, se consolidará uma associação mais produtiva e eficaz, com o Estado cumprindo o seu dever descrito na Constituição Federal de 1988.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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