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A falta de empatia nas relações sociais no
Brasil
A constituição de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 5º, o direito à liberdade como próprio a todo cidadão brasileiro. Embora, tal direito não tem se repercutido na prática quando se observa a falta de empatia nas relações sociais no Brasil, dificultando deste modo, a generalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se necessária à análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em primeira análise, deve-se ressaltar à ausência de medidas governamentais para combater o preconceito na sociedade brasileira. Nesse sentido, algumas pessoas sofrem diariamente algum tipo de preconceito, seja pela sua cor, raça, religião, gênero ou opcional sexual. Essa situação, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do contrato social, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como à liberdade, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar o violência como impulsionador do preconceito no Brasil. Segundo a ONU o Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTQIA+ no mundo. Diante de tal exposto, percebe-se como as pessoas perderam a empatia uma pelas outras, deixando o ódio e a violência dominarem as relações sociais. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a persistir no Brasil.
Portanto, percebe-se a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é fundamental que o Ministério da Justiça, realize fiscalizações na segurança do país, por meio de um policiamento capacitado a atender as necessidades da população, a fim de diminuir a violência nas cidades brasileiras. Paralelamente, é decisivo que o Ministério da Educação implante por meios de livros e aulas a diversidade cultural nas salas de aulas, para que desde de cedo às crianças aprendam a respeitar uns aos outros, estimulando assim a empatia e a diminuição do preconceito. Dessa maneira, se consolidará uma sociedade mais harmoniosa, onde o estado desempenha corretamente seu contrato social, tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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