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#53416
Em 2019 o cantor Emicida lançou a música “Amarelo”, que versa sobre a luta contra doenças mentais. Logo após a disponibilização da canção na internet – e sua subsequente “viralização”, o CVV (Centro de Valorização da Vida), entidade que atua no atendimento a enfermos da mente, registrou um aumento na busca por ajuda psicológica. Tal fato demonstra o impacto positivo que o debate franco acerca dessas questões, que não costuma ocorrer, pode ter no público, e contrasta com dados alarmantes do Atlas da Violência do Fórum Brasileiro de Segurança, que registra ano após ano aumento no número de suicídios. Sendo assim, acontecimentos positivos pontuais não mascaram a dura realidade dos fatos: o estigma que perdura em relação às doenças mentais no Brasil, afastando os atingidos por eles do tratamento adequado, precisa ser combatido para que tanto os indivíduos quanto a sociedade sejam beneficiados.

Antes de tudo, é necessário compreender o porquê da estigmatização das doenças psiquiátricas, para tal, se retoma à época imperial brasileira. Naqueles tempos, os manicômios eram geridos pela Igreja Católica, que possuía uma visão pejorativa diante dos doentes mentais, os renegando o convívio social e aplicando práticas de tortura como tratamento. Tais formas de assistência só foram extinguidas com a Reforma Psiquiátrica, em meados dos anos 80. Portanto, ainda há resquícios da mentalidade religiosa na sociedade atual, predominantemente cristã, que estigmatiza doentes como “loucos”, ou até mesmo fracos e incapazes, o medo de ser visto por esses olhos é o que afasta milhares de brasileiros dos tratamentos necessários para suas condições.

Outrossim, possuir uma visão mais ampla das consequências do adoecimento mental não somente para o indivíduo, mas também para a sociedade, é auxiliadora ao dimensionar o problema. Segundo um relatório recente do INSS, a depressão e o estresse já estão entre as cinco causas mais comuns de afastamento do mercado de trabalho, de tal modo que os impactos econômicos disso serão sentidos em toda teia social. Consequentemente a essas apartações trabalhistas e seus danos a já frágil economia do país, não é ilusório afirmar o estabelecimento de um ciclo vicioso, no qual as condições econômicas propiciam o surgimento de mais doenças mentais – visto a baixa geração de renda, e que por sua vez impedirão o retorno ao mercado.

Dessarte, lutar contra o estigma em relação às doenças mentais é ser cuidadoso não só com os que sofrem com elas, mas também com toda a sociedade. Dessa forma, urge ao Ministério da Saúde que, por meio de propagandas veiculadas nos mais diversos meios comunicativos, inclusive nos religiosos, amplie o conhecimento acerca da Rede de Atenção Psicossocial e das próprias doenças mentais, com isso amenizando a falta de informação geradora do preconceito. Ademais, é necessária a reinstituição do Ministério do Trabalho que, em conjunto com o Poder Judiciário, criarão leis que obriguem empresas a oferecer tratamento psicológico gratuito a seus funcionários, além do auxílio na reinserção de trabalhadores afastados por conta de problemas mentais.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.

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