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"invisível". "Um ninguém". "Um não-cidadão". Essas são apenas algumas das expressões usadas popularmente quando se referem à uma pessoa que não é vista pelo estado, ou seja, uma pessoa que não possui Registro civil. Apesar de não se ver tais casos diariamente, é indiscutível que tal problemática cresce diariamente sabendo que são milhares de cidadãos que não têm acesso à cidadania no Brasil. Ademais, tal garantia acaba não sendo aplicada a todos os indivíduos devido a falta de informação presente na sociedade contemporânea e também à sensação de não identificação como cidadão brasileiro.
Em primeira análise, percebe-se que a falta de conhecimento e informação adquirida pela população é uma das principais causas que levam a dificuldade para garantir a cidadania no Brasil. Como dito pelo filósofo Sócrates, "Quem não sabe o que uma coisa é, como poderia saber de que tipo de coisa ela é?" ,ou seja, de acordo com o pensador, não é possível a pessoa ter conhecimento sobre tal assunto sem antes saber o que é. Entretanto, quando se trás essa ideia para a realidade contemporânea, entende-se que a falta de informação sobre o registo civil e a necessidade de possuir seus documentos levam o indivíduo a não procurar saber suas garantias e, consequentemente, a não ter acesso à cidadania no Brasil.
Além disso, a sensação de não identificação como cidadão brasileiro é um dos principais problemas que levaram a intensificação do não acesso pleno à cidadania. Como ocorrido durante a colonização no Brasil, os escravos africanos que eram tragos para essa nova terra perdiam totalmente o contato direto com as suas crenças, culturas e até língua, tendo assim, que se identificar com uma população diferente. Todavia, quando se volta para tal problemática, na atual realidade brasileira, é notório que essa interação com o povo e cultura diferente pode causar ao estrangeiro, muitas das vezes refugiado, a não sensação plena como brasileiro. Consequentemente, assim, a procura pelo acesso à cidadania acaba sendo menor.
Portanto, tendo em vista os aspectos apresentados, percebe-se necessário que o ministério das relações sociais, junto ao ministério da educação, virem campanhas por meio de propagandas, palestras e vídeos para o meio midiático, que mostrem e ensinem sobre a importância de possuir o Registro civil. Além disso, a mídia junto à população devem criar programas, por meio de instituições e a própria internet, que ajudem na inclusão da sociedade como um todo. Espera-se, assim, que a procura à garantia de acesso a cidadania não seja mais um problema contante na sociedade brasileira.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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