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Vulnerabilidade, termo que indica a situação de fragilidade e incapacidade de defesa; condição social política e/ou econômica desfavorável em relação a outras. Análogo ao exposto, hodiernamente, o pleno desdobramento social de pessoas em situação vulnerável, depende integralmente da inserção dessas a vida coletiva e da garantia de seus direitos civis. Entretanto, ainda há empecilhos que impedem a participação de tais cidadãos na sociedade, o que fere o estado democrático de direito.
A princípio é importante evidenciar que o silenciamento desses trabalhadores possuem íntima relação com o problema. De acordo com a filósofa alemã Hannah Arendt em seu conceito de banalidade do mal, se afirma que o pior mal é aquele visto como cotidiano. Sob essa ótica, consegue-se relacionar a invisibilidade laboral, uma vez que estes são vistos como inferiores por grande parte da sociedade, o que dificulta não só a integração como também a equidade. Dessa forma a invisibilidade e o silenciamento são nocivos aos trabalhadores, os quais tornam-se vulneráveis.
Ademais, a omissão governamental também contribui para o agravamento do problema. Consoante o filósofo inglês, Thomas Hobbes em seu livro "Leviatã", é defendido a obrigação do Estado em proporcionar alternativas que auxiliam o progresso do corpo social. Entretanto, as autoridades verde-amarela vão de encontro com as ideias de Hobbes, uma vez que possuem papel inerte e ainda não direcionam as ações que minimizem tal mazela. Desse modo, inviabiliza-se a dissolução dessa conjuntura, colocando os indivíduos excluídos.
Urge, portanto, a mudança nesse cenário. Para isso, o Estado por meio do Ministério da Educação em parceria com setor midiático, devem promover campanhas de abrangência nacional, unindo famílias, escolas, alunos e professores para concientizar sobre o valor e a importância de trabalhadores como garis, faxineiros, entregadores, etc. com o objetivo de garantir a equidade e bem-estar desse grupo. Assim será possível tangenciar banalização do mal e a realidade brasileira.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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