Por VitoryaGava
Tempo de Registro
#40873
Hodiernamente é notório que há um medo da população ao ter o deslocamento de sua residência ao destino desejado. Havendo mortes, assaltos e reféns todos os dias, fazendo-os pensar o porquê de não serem os próximos e criando então uma comunidade amedrontada, com receio de exercer o seu direito de ir e vir. Segundo a pesquisa realizada em 2017 pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública o Brasil registrou mais de 65 mil homicídios no mesmo ano.

Um dos fatores propulsores para o aumento no número de violência e criminalidade é a desigualdade social presente e a pobreza, afetando assim os jovens que são persuadidos por traficantes da comunidade onde moram, vendo então essa "vida fácil" como única opção. É possível observar tal fato mencionado no documentário da PUC onde cita a trajetória de Emerson Martins Ferreira, que aos 16 anos de idade percebeu que os traficantes ganhavam em no máximo dois dias o que ele ganhava no mês todo trabalhando de carteira assinada, incentivando-o assim a iniciar a venda de drogas em baladas a fim de obter uma maior renda. Não tendo a consciência que depois de um tempo seria preso pelo mesmo.

Além da desigualdade social, outro fator interligado é o tráfico de drogas que teve uma expansão em meio a população. Esta vem testemunhando uma série de crimes, geralmente baseados no consumo, venda de drogas e rivalidade entre facções como roubos e assassinatos. A dificuldade para inserir no mercado de trabalho, o acesso a qualificação profissional e a desigualdade social, já citada, são alguns dos fatores que promovem a expansão do tráfico e consequentemente o aumento da violência urbana no Brasil.

Diante do exposto, percebe-se a necessidade de que o Ministério da Justiça e Segurança Pública exerça de forma assertiva seu papel para diminuir a violência. Fazendo então parceria com o Ministério da Educação e realizando campanhas educativas nas escolas de educação pública e privada, desde a Educação Infantil até o Ensino Superior, com o objetivo de conscientizá-los sobre suas decisões. O uso da tecnologia é outra intervenção significativa ao levar em consideração o quanto que vem evoluindo, possibilitando então a criação de banco de dados com informações de todas as pessoas que já tiveram passagem pela polícia podendo usar o reconhecimento facial.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

EmillyySilva poderia me ajudar a corrigir essa r[…]

igualdade a todos

A constituição federal de 1988, docu[…]

A obra da artista brasileira Tarsila do Amaral &ls[…]

geoca , obrigadaaaa pelas correção❤[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

Novo aplicativo de correção gratuita para redação ENEM