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Por Evie
#72341
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), aproximadamente 25% das gestantes sofrem violência obstétrica, tais como, procedimentos desnecessários que a própria grávida não tem a informação de que serão feitos. E, segundo o mesmo órgão, no Brasil também houve um aumento no número de cesarianas não fundamentais. Dessa maneira, são necessárias intervenções que tornem o parto um processo humanizado.

Em primeiro plano, o documentário brasileiro “O Renascimento do Parto” retrata diversas formas de violência obstétrica que ocorrem tanto em redes públicas como privadas. Pode-se citar violência indireta, como insultos verbais dos médicos, proibição de acompanhante, indução hormonal à parturiente. Além da violência direta como episiotomia sem o consentimento da paciente, empurrar a barriga da gestante, puxar a cabeça do bebê, com a tentativa de apressar um processo natural que o corpo da mulher seria capaz de cumprir.

Ademais, a filósofa Simone de Beauvoir afirma que: “o mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles”. Tal frase se aplica aos hospitais que se acostumaram a optar por cesarianas, por serem um procedimento rápido. A frase também pode se referir às mulheres, que por falta de conhecimento, passaram a enxergar a cesárea como a forma mais segura de parir, posto que com ela, as gestantes deixarão todo o processo nas mãos dos médicos.

Portanto, torna-se necessária a intervenção do Ministério da Saúde, para a conscientização, não só das gestantes, mas também dos profissionais da saúde, sobre o parto humanizado. Tais intervenções podem ser feitas em ambientes de saúde como postos e hospitais, e também durante o pré-natal das pacientes, por meio de palestras e cursos sobre partos respeitosos. Dessa maneira, tanto as mulheres como os profissionais, estariam cientes dos direitos de uma gestante, fazendo-se possível o aumento de partos humanizados sem violência obstétrica.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 120

Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 100

Você atingiu aproximadamente 50% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 100

Você atingiu aproximadamente 50% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 80

Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante apresenta repertório limitado de recursos coesivos e articula as partes do texto de forma insuficiente, com muitas inadequações, o que compromete a organização das ideias.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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Por maiconpgtu
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#72396
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), aproximadamente [1] 25% das gestantes sofrem violência obstétrica, tais como, procedimentos desnecessários que a própria grávida não tem a informação de que serão feitos. E, segundo o mesmo órgão, no Brasil também houve um aumento no número de cesarianas não fundamentais. Dessa maneira, são necessárias intervenções que tornem o parto um processo humanizado.

  • :arrow: NÃO TEVE SUA TESE
    [1] ‘aproximadamente’ EXPRESSÃO PROLIXIA ; MUDE PARA 'CERCA DE'


Em primeiro plano, o documentário brasileiro “O Renascimento do Parto” retrata diversas formas de violência obstétrica que ocorrem tanto em redes públicas como privadas. Pode-se citar violência indireta, como insultos verbais dos médicos, proibição de acompanhante, indução hormonal à parturiente. Além da violência direta como episiotomia sem o consentimento da paciente, empurrar a barriga da gestante, puxar a cabeça do bebê, com a tentativa de apressar um processo natural que o corpo da mulher seria capaz de[2] cumprir.

  • :arrow: NÃO TEVE TÓPICO FRASAL :|
    :arrow: SÓ EXEMPLIFICOU :!:
    :arrow: NÃO TEVE DESFECHO :|
    :arrow: [2] PODERIA SER EXEMPLIFICADA NESSE CONTEXTO SENDO UMA PERÍFRASE. FICARIA MELHOR "CONSEGUIRIA"


Ademais, a filósofa Simone de Beauvoir afirma que: “o mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles[3]”. Tal frase se aplica aos hospitais que se acostumaram a optar por cesárias, por ser um procedimento rápido<frase tem que acompanhar com o verbo em plural junto com substantivo] . A frase também pode se referir às mulheres, que por falta de conhecimento, passaram a enxergar a cesárea como a forma mais[4] segura de parir<COLOQUIAL>, posto que com ela, as gestantes deixarão todo o processo nas mãos dos médicos.

  • :arrow: NÃO TEVE TÓPICO FRASAL :|
    :arrow: SÓ EXEMPLIFICOU :!:
    :arrow: NÃO TEVE DESFECHO :|
    :idea: [3] NA LINGUAGUEM FORMA, USARIA UM PRONOME PESSOAL COMO 'HABITUAMOS-LHES'
    :idea: [4] ELA É CONHECIDA COMO CACOFONIA, OU SEJA, MAL INTERPRETADA PARA O LEITOR :mrgreen:


Portanto, torna-se necessária a intervenção do Ministério da Saúde, para a conscientização, não só das gestantes, mas também dos profissionais da saúde, sobre o parto humanizado. Tais intervenções podem ser feitas em ambientes de saúde como postos e hospitais, e também durante o pré-natal das pacientes, por meio de palestras e cursos sobre partos respeitosos. Dessa maneira, tanto as mulheres como os profissionais, estariam cientes dos direitos de uma gestante, fazendo-se possível o aumento de partos humanizados sem violência obstétrica.

  • :arrow: AÇÃO
    :arrow: AGENTE
    :arrow: MEIO
    :arrow: EFEITO
    :arrow: DETALHAMENTO
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Por Ester21
#75770
A Declaração Universal dos Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende a manutenção do
respeito entre os povos de uma mesma nação. No entanto, no cenário brasileiro atual,
observa-se justamente o contrário, quanto à questão da violência obstétrica. Nesse contexto, percebesse a configuração de um grave problema de contornos específicos, em virtude da insuficiência legislativa e da má influência midiática.
Em primeira análise é preciso atentar para a lacuna legislativa, no que tange a violência obstétrica, visto que o Brasil ainda não possui leis próprias referentes a agressão durante a gravidez e no puerpério. Conforme Aristóteles a política tem como função preservar o respeito entre as pessoas de uma sociedade, contrariamente a violência obstétrica não encontra respaldo político necessário para ser solucionado, o que dificulta a resolução do problema e fere a Constituição e a Declaração Universal dos Direitos Humanos que defende o direito das pessoas a uma vida plena.
Outrossim a má influência midiática é um grande impasse para a solução da questão. Conforme Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertida em mecanismo de opressão. Nessa perspectiva, poderes observar que a mídia, em vez de promover debates que elevem o nível de informação das mulheres, ou abordar o tema em novelas ou programas de TV por exemplo, influencia na consolidação do problema.
Logo, medidas estratégicas são necessárias para alterar esse cenário. Então, é preciso iniciativas por meio de ações do poder legislativo e executivo para criação de leis que combata atitudes afrontadas e violentas a dignidade das mães. Desse modo as gestantes terão a sua vontade e prioridade respeitadas, sendo também amparadas pela lei.
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Por Ester21
#75774
A declaração universal dos direitos humanos, de 1948, defende a manutenção do respeito entre os povos de uma mesma nação. No entanto, no cenário brasileiro atual observa-se justamente o contrário, quanto à questão da violência obstétrica. Nesse contexto, percebesse a configuração de um grave problema de contornos específicos, em virtude da insuficiência legislativa e da má influência midiática.

Em primeira análise é preciso atentar para a lacuna legislativa, no que tange a violência obstétrica, visto que o Brasil ainda não possui leis próprias referentes a agressão durante a gravidez e no puerpério. Conforme Aristóteles a política tem como função preservar o respeito entre as pessoas de uma sociedade, contrariamente a violência obstétrica não encontra respaldo político necessário para ser solucionado, o que dificulta a resolução do problema e fere a Constituição e a Declaração Universal dos Direitos Humanos que defende o direito das pessoas a uma vida plena.

Outrossim, a má influência midiática é um grande impasse para a solução da questão. Conforme Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertida em mecanismo de opressão. Nessa perspectiva, poderes observar que a mídia, em vez de promover debates que elevem o nível de informação das mulheres, ou abordar o tema em novelas, por exemplo, influencia na consolidação do problema.

Logo, medidas estratégicas são necessárias para alterar esse cenário. Então, é preciso iniciativas através de ações do poder legislativo e executivo para criação de leis que combata atitudes afrontadas e violentas a dignidade das mães. Desse modo as gestantes terão a sua vontade e prioridade respeitadas, sendo também amparadas pela lei.
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Por Ester21
#76633
A declaração universal dos direitos humanos, de 1948, defende a manutenção do respeito entre os povos de uma mesma nação. No entanto, no cenário brasileiro atual observa-se justamente o contrário, quanto à questão da violência obstétrica. Nesse contexto, percebesse a configuração de um grave problema de contornos específicos, em virtude da insuficiência legislativa e da má influência midiática.

Em primeira análise é preciso atentar para a lacuna legislativa, no que tange a violência obstétrica, visto que o Brasil ainda não possui leis próprias referentes a agressão durante a gravidez e no puerpério. Conforme Aristóteles a política tem como função preservar o respeito entre as pessoas de uma sociedade, contrariamente a violência obstétrica não encontra respaldo político necessário para ser solucionado, o que dificulta a resolução do problema e fere a Constituição e a Declaração Universal dos Direitos Humanos que defende o direito das pessoas a uma vida plena.

Outrossim, a má influência midiática é um grande impasse para a solução da questão. Conforme Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertida em mecanismo de opressão. Nessa perspectiva, poderes observar que a mídia, em vez de promover debates que elevem o nível de informação das mulheres, ou abordar o tema em novelas, por exemplo, influencia na consolidação do problema.

Logo, medidas estratégicas são necessárias para alterar esse cenário. Então, é preciso iniciativas através de ações do poder legislativo e executivo para criação de leis que combata atitudes afrontadas e violentas a dignidade das mães. Desse modo as gestantes terão a sua vontade e prioridade respeitadas, sendo também amparadas pela lei.
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Por Brunaholi
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#76668
Olá , também sou estudante e estou aqui para agregar com umas críticas construtivas:

No sua introdução eu recomendo ,ao invés de você usar dados ,use um repertório sociocultural pertinente ao tema.No 2° período fazer uma relação do repertório com o tema,usando palavras do próprio tema.Usar dados , é melhor no desenvolvimento.É importante também você apresentar suas duas teses no 3 ° período da introdução.

Você deve usar bastante conectivos na sua redação,porque além de valer ponto ,deixa seu texto mais coeso.


No seu D1 , após " O Renascimento do Parto " deve ter uma vírgula.

Enfim não posso ajudar muito na questão dos desenvolvimentos ,porque tenho um pouco de difículdade nessa parte.Mas espero que essas dicas te ajudem ! Recomendo muito o canal Luma e ponto e o Felipe Araújo pra redação!

Anabia15 , PFVRR CORRIGE MINHA REDAÇ&Atild[…]

Olá, thayolivb . Aqui está a corre&[…]

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