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Por Isa1520
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A exploração contra idosos é um dos entraves em evidência no Brasil e escancara a ineficiência da transversalidade das políticas sociais no país. Posto isso, evidencia-se o que Freud relatou no livro "Análise do Eu e a Psicologia das Massas", pois o comportamento social influi sobre o indivíduo. Nessa perspectiva, indaga-se: Brasil de todos? E a pífia realidade de associar o envelhecimento a incapacidade? Brasil, país do futuro? E a falta de conhecimento por parte dos idosos sobre seus direitos? É nesse contexto de diálogo entre homem e sociedade que se delineia a discussão sobre a violência financeira contra idosos.
Diante desse cenário, cabe ressaltar, em primeira instância, que o isolamento social e a dependência de cuidadores ou familiares, contribui para o agravamento da questão. Nesse viés, é oportuno mencionar o escritor inglês Aldous Huxley, que, em seu livro “Admirável Mundo Novo”, relata um futuro distópico, em que a sociedade é propositalmente condicionada a ter suas opiniões e crenças, baseadas no interesse do autoritarismo estatal que controla as relações sociais e hierárquicas. Dessa forma, é notório que, em situação análoga à história abordada, os idosos, vivem adormecidos, isto é, não estão conscientes das injustiças que os rodeiam. Isso ocorre, sobretudo, pela permanência das principais causas da exploração financeira contra idosos, como: a negligência social, o aproveitamento da inocência da terceira idade, a falta de planejamento financeiro para a aposentadoria, a desconfiança em relação as instituições financeiras e a pressão familiar. Logo, é evidente a grande importância das informações, haja vista que a falta delas aumenta as fraudes contra idosos, prejudicando a sociedade.
Ademais, cabe salientar, em segundo plano, que o silenciamento das mídias prejudica na disseminação de informações acerca da importância de valorizar um envelhecimento seguro para todos os cidadãos. Em consonância com tal fato, é possível rememorar o pensamento do professor Afonso Albuquerque, segundo o qual "a mídia brasileira é considerada o quarto poder e deve ser visto de maneira conceitual, uma vez que ela gera grandes influências para a sociedade". Assim, com a escassez de informações sobre como gerenciar finanças e evitar fraudes, vieram as graves consequências, entre elas perda da autonomia, problemas de saúde mental, endividamento, perda de dinheiro e bens e desconfiança. De fato, a falta de debates sobre uma forma de diminuir o abuso financeiro, vem dificultando cada vez mais o enfrentamento de tal problemática. Desse modo, as redes de informação devem aproveitar o seu poder de influência, para debater sobre essa pauta social e garantir que a violência financeira contra idosos tenha seu reconhecimento na sociedade.
Logo, entende-se que a violência financeira contra idosos gera fortes déficits sociais e torna-se urgente enfrentá-lo com ações inteligentes de cunho não somente informativo, mas, também, de engajamento social. Assim, cabe ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, desenvolver projetos sociais, que incluam um forte impacto de conscientização, por meio de aplicativos que contenham “PodCast” - já que estes têm como base o conceito de áudio marketing, representando uma boa oportunidade de comunicação sobre como a terceira idade pode ter mais autonomia e entender melhor seus direitos, com a proposta de envolver a sociedade ao levar mais informação, por meio de materiais criativos para engajar a sociedade. Esta articulação pode ser multiplicada pelos gestores dos municípios brasileiros para que o alcance seja significativo no país. Isso deve ocorrer, a fim de formar brasileiros que, cientes da vulnerabilidade dos cidadãos com o envelhecimento, atuarão como força social para que este seja enfrentado e extirpado da história do país.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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