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#93464
A constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito à segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a violência doméstica contra a mulher no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a violência doméstica. Nesse sentido, tal problema vem permeando entre a sociedade e culminando uma série de problemas, a exemplo de agressões e feminicídios. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a segurança, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar o desemprego como o impulsionador da violência doméstica no Brasil. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a taxa de desemprego das mulheres é de 39,4% superior à dos homens, o que leva as mulheres a dependerem financeiramente de seus maridos, onde por falta de oportunidades de trabalho, acabam ficando presas a relacionamentos abusivos. Diante de tal exposto, é notório os dados inaceitáveis, logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esse obstáculo. Para isso, é imprescindível que as Mídias, as quais têm grande poder de alcance de pessoas, por meio de "lives", promova palestras abordando sobre a segurança e os direitos das mulheres, a fim de se obter a conscientização da sociedade. Assim, se consolidará uma sociedade mais humana e igualitária, onde o Estado cumpre seu "contrato social" tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 150

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.

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#93520
Anonimo2022 escreveu:A constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito à segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a violência doméstica contra a mulher no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a violência doméstica. Nesse sentido, tal problema vem permeando entre a sociedade e culminando uma série de problemas, a exemplo de agressões e feminicídios. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a segurança, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar o desemprego como o impulsionador da violência doméstica no Brasil. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a taxa de desemprego das mulheres é de 39,4% superior à dos homens, o que leva as mulheres a dependerem financeiramente de seus maridos, onde por falta de oportunidades de trabalho, acabam ficando presas a relacionamentos abusivos. Diante de tal exposto, é notório os dados inaceitáveis, logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esse obstáculo. Para isso, é imprescindível que as Mídias, as quais têm grande poder de alcance de pessoas, por meio de "lives", promova palestras abordando sobre a segurança e os direitos das mulheres, a fim de se obter a conscientização da sociedade. Assim, se consolidará uma sociedade mais humana e igualitária, onde o Estado cumpre seu "contrato social" tal como afirma John Locke.




@Mylike @Guimo3XD ME AJUDEM POR FAVOR! :)
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#93522
Ótima redação!
C1: dois desvios de escrita. Estude mais sobre crase e coesão de orações
C2: Mostrou compreender o tema. Repertórios pertinentes, produtivos e legitimados. PARABÉNS.
C3: A tese é incompatível ao que o texto argumentativo dissertativo propõe(estude mais sobre isso). Falta de fechamento no primeiro desenvolvimento.
C4: Adorei os operadores argumentativos e coesivos e como os repertórios foram usados na argumentação. PARABÉNS.
C5: Ausência da segunda proposta de intervenção. Se há dois problemas é necessário que eles sejam resolvidos respectivamente na conclusão.
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#93713
Anonimo2022 escreveu:A constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito à segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a violência doméstica contra a mulher no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a violência doméstica. Nesse sentido, tal problema vem permeando entre a sociedade e culminando uma série de problemas, a exemplo de agressões e feminicídios. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a segurança, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar o desemprego como o impulsionador da violência doméstica no Brasil. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a taxa de desemprego das mulheres é de 39,4% superior à dos homens, o que leva as mulheres a dependerem financeiramente de seus maridos, onde por falta de oportunidades de trabalho, acabam ficando presas a relacionamentos abusivos. Diante de tal exposto, é notório os dados inaceitáveis, logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esse obstáculo. Para isso, é imprescindível que as Mídias, as quais têm grande poder de alcance de pessoas, por meio de "lives", promova palestras abordando sobre a segurança e os direitos das mulheres, a fim de se obter a conscientização da sociedade. Assim, se consolidará uma sociedade mais humana e igualitária, onde o Estado cumpre seu "contrato social" tal como afirma John Locke.
@Fortes
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