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#90982
No século XVIII, a Revolução Industrial, ocorrida inicialmente na Inglaterra, trouxe grande inovação e aumento de produção. Concomitantemente a tal fato histórico, cresceu a problemática da imprudência quanto às questões de consumo, haja vista que, para que a produção fosse ampliada, houve uma consumação em abundância por parte das pessoas. No cenário hodierno, a situação não é diferente: o consumismo advindo da publicidade excessiva na internet ainda é um tema deixado de lado. Em vista disso, trata-se crucial analisar as causas desse revés, as quais se destacam a omissão midiática e a romantização nociva nas redes sociais.





Primordialmente, é imperioso notar que a negligência midiática potencializa a superabundância da obtenção de bens materiais no Brasil. Segundo a frase do filósofo Zygmunt Bauman: "Ninguém na sociedade pode se tornar cidadão sem antes virar mercadoria". Sob essa ótica, no ambiente cibernético, os consumidores ficam mais vulneráveis às compras, isso porque são estimuladas por um bombardeio de anúncios tentadores enquanto navegam pela internet. Nesse sentido, baseado no histórico de pesquisa do consumidor, o algoritmo das redes de navegações manipulam os produtos similares àqueles procurados, para que, dessa forma, seja mais provável o indivíduo comprar aquilo que lhe é exposto. Assim, infere-se que o uso demasiado de redes tecnológicas é prejudicial ao desenvolvimento do controle financeiro de um cidadão.





Outrossim, é válido explicitar o papel da romantização nas redes sociais na intensificação do gasto desnecessário por influência. Um exemplo é a pesquisa realizada em 2021 pela Royal Society for Public, no Reino Unido, que constatou que o Instagram é uma das redes sociais mais nocivas do mundo, afetando a saúde mental e física das pessoas. Prova disso é a glamourização intrínseca em logotipo de marcas famosas em roupas publicadas nas redes de celebridades, que influencia o público a comprar apenas pela estampa da empresa responsável, assim, como diria Bauman, o cliente alvo, por fim, se transforma em um produto usando tais mercadorias com a marca exibida, termina metaforicamente virando um outdoor ambulante. Por conseguinte, faz-se imprescindível atenuar a manipuação danosa nas áreas midiáticas.





Depreende-se, portanto, a necessidade de avigorar o uso consciente do dinheiro e das redes sociais no país. Para isso, é inevitável que o Governo Federal, aliado ao Ministério da Saúde — principal órgão responsável pela saúde do povo brasileiro —, sensibilize a sociedade comprovando que o uso exagerado dessas mídias é perigoso ao bem-estar humano. Além disso, cabe, também, aos usuários de Instagram ou Facebook, colaborar ao acesso às informações dos problemas supracitados, por intermédio de textos, vídeos ou transmissões ao vivo dessas plataformas. Dessa forma, iremos vivenciar um país com mais humanos e menos mercadorias, citadas por Bauman.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.

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#92521
Bom dia TinyCoop366! Amei sua redação e vou fazer comentários simples, já que não há muito o que corrigir!!!

No século XVIII, a Revolução Industrial, ocorrida inicialmente na Inglaterra, trouxe grande inovação e aumento de produção. Concomitantemente a tal fato histórico, cresceu a problemática da imprudência quanto às questões de consumo, haja vista que, para que a produção fosse ampliada, houve uma consumação em abundância por parte das pessoas. No cenário hodierno, a situação não é diferente: o consumismo advindo da publicidade excessiva na internet ainda é um tema deixado de lado. Em vista disso, trata-se crucial analisar as causas desse revés, as quais se destacam a omissão midiática e a romantização nociva nas redes sociais.

Primordialmente, é imperioso notar que a negligência midiática potencializa a superabundância da obtenção de bens materiais no Brasil. Segundo a frase (1) do filósofo Zygmunt Bauman: "Ninguém na sociedade pode se tornar cidadão,(2) sem antes virar mercadoria". Sob essa ótica, no ambiente cibernético, os consumidores ficam mais vulneráveis às compras, isso porque são estimuladas (3) por um bombardeio de anúncios tentadores enquanto navegam pela internet. Nesse sentido, baseado no histórico de pesquisa do consumidor, o algoritmo das redes de navegações manipulam os produtos similares àqueles procurados, para que, dessa forma, seja mais provável o indivíduo comprar aquilo que lhe é exposto. Assim, infere-se que o uso demasiado de redes tecnológicas é prejudicial ao desenvolvimento do controle financeiro de um cidadão.

Outrossim, é válido explicitar o papel da romantização nas redes sociais na intensificação do gasto desnecessário por influência. Um exemplo é a pesquisa realizada em 2021 pela Royal Society for Public, no Reino Unido, que constatou que o Instagram é uma das redes sociais mais nocivas do mundo, afetando a saúde mental e física das pessoas. Prova disso é a glamourização intrínseca em logotipo de marcas famosas em roupas publicadas nas redes de celebridades, que influencia o público a comprar apenas pela estampa da empresa responsável, assim, como diria Bauman, o cliente alvo, por fim, se transforma em um produto usando tais mercadorias com a marca exibida, termina metaforicamente virando um outdoor ambulante. Por conseguinte, faz-se imprescindível atenuar a manipulação danosa nas áreas midiáticas.

Depreende-se, portanto, a necessidade de avigorar o uso consciente do dinheiro e das redes sociais no país. Para isso, é inevitável que o Governo Federal, aliado ao Ministério da Saúde (4) — principal órgão responsável pela saúde do povo brasileiro —, sensibilize a sociedade comprovando que o uso exagerado dessas mídias é perigoso ao bem-estar humano. Além disso, cabe, também, aos usuários de Instagram ou Facebook, colaborar ao acesso às informações dos problemas supracitados, por intermédio de textos, vídeos ou transmissões ao vivo dessas plataformas. Dessa forma, iremos vivenciar um país com mais humanos e menos mercadorias, citadas por Bauman. ?(5) Qual a finalidade?

Vamos lá:
:arrow: (1) a frase
Não está exatamente errado, mas é desnecessário colocar o termo "a frase", basta colocar o filósofo, pois se ele falou já é uma frase ou mais. ;)

:arrow: (2) Ninguém na sociedade pode se tornar cidadão ,
Por ser uma Oração coordenada conclusiva, e principalmente, por não ter conjunção, usa-se a vírgula para separá-las.

:arrow: (3) estimuladas
Compras nesse caso está como objeto indireto, por isso o verbo deveria concordar com consumidores e ser modificado por "estimulados".

:arrow: (4) Governo Federal, aliado ao Ministério da Saúde
Não é bem um erro, mas se atente que o Ministério da Saúde é parte do Governo Federal, ou seja, poder executivo, se for de seu interesse incluí-los juntos, tente usar como meio, pois um é subordinado ao outro.

:arrow: ?(5) Qual a finalidade?
Eu, como colega de estudo, entendo a finalidade que está implícita, porém na hora de fazer sua proposta de intervenção, é necessário explicitar esse elemento por meio de conjunções como: a fim de, com a finalidade de, com o intuito, com o objetivo, entre outras.

É isso, espero ter ajudado, caso alguma dúvida pode me mandar no meu e-mail: erikacosta.exe@gmail.com
Continue em frente, Sua nota 1000 está perto!!!!
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