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#46385
Como diria a lei de Murphy “se algo pode dar errado, dará” e ela não poderia estar mais certa neste caso.
Metal nunca teve uma vida tão fácil, foi abandonado desde os seus cinco anos de idade e aquilo foi a pior coisa que aconteceu. Além disso, viver em um orfanato onde você vive com a incerteza de ter uma família era horrível e quanto mais o tempo passava, pior ficava visto que casais preferem adotar uma criança do que um adolescente de treze anos.
Contudo, o mundo sorriu para o garoto e nesse exato ano de 2020 ele foi adotado por dois pais. Bom, não tinha uma opinião formada sobre dois homens adotarem alguma criança, pois como vivia em um orfanato nunca teve muitas chances de conhecer essas coisas, então, no início isso só foi bastante chocante. Metal gostava muito de analisar as coisas e com seus pais não foi diferente. Rock Lee, a primeira coisa mais notável era a sua aparência um tanto quanto engraçada, mas não era como se ele se importasse muito com o que as pessoas dissessem sobre sua aparência. Suas características em sua personalidade eram ser extremamente enérgico, carismático e possuir excesso de entusiasmo. Em resumo, ele era alguém que Metal sabia que poderia conversar sobre qualquer coisa que ele estaria ao seu lado para apoiá-lo. Gaara Lee, por sua vez, era mais quieto, mas bastante belo com seus cabelos incrivelmente vermelhos, pele branca e uma pequena tatuagem em seu braço escrito “amor”. Ele possuía uma aura amável e agradável, certamente era uma pessoa que gostaria de ter por perto.
— Onde é que ele se meteu? — Metal se encontrava perdido em seus devaneios, enquanto escrevia em seu caderno, que parecia mais um diário. Ele só acordou de seus pensamentos assim que ouviu Gaara praticamente gritar da cozinha. Eles estão brigando? pensou o garoto. Em seus seis meses morando definitivamente com seus pais adotivos, ele nunca presenciou nenhuma briga entre ambos. Talvez seja porque eles não iriam querer assustá-lo. — Ah, Rock Lee… você vai se ver comigo!
— Pai, há algo que aconteceu? — Era um pouco estranho ainda chamar Gaara de pai, mas de alguma forma era tão bom ter um pai, ou melhor, dois. Metal fechou seu caderno e colocou em cima da mesa de centro da sala onde estava, já seu lápis ele prendeu-o em sua orelha, uma mania que possuía.
Foi andando até a cozinha, vendo uma cena bem cômica: Gaara segurando um chester com as duas mãos enquanto tinha seu celular preso entre o ombro e a orelha, como se estivesse em uma ligação com alguém.
— Não se preocupe, pequeno! Está tudo sob controle. — Gaara respondeu com um sorriso no rosto. Claramente não estava “tudo sob controle”, mas ele tinha o sonho de fazer o melhor natal para seu filho.
Metal tinha quase esquecido disso, era véspera de Natal, então a casa estava numa correria de comprar coisa para a ceia, enfeitar a casa que eles deixaram para a última hora e todo o resto. O garoto nunca gostou muito de natal, pois foi bem nesse fatídico dia que sua mãe o abandonou e quando ele comentou isso com seus pais, eles entraram em um tipo de “operação: melhor primeiro natal de Metal”, pois queria fazê-lo esquecer esse trauma e ter recordações boas do Natal que é uma época de alegria, reunir a família e essas coisas.
— Tem certeza que não quer ajuda com o chester? — Metal quase esboçou um riso já que Gaara ainda segurava o pobre animal morto sem saber o que fazer direito. Gaara o encarou e por fim cedeu a ajuda do filho. — Primeiro precisamos de uma assadeira para colocar o chester.
— Tem uma ali em cima do armário. — Gaara apontou com a cabeça para o tal armário. Metal era pequeno, por isso, pegou uma cadeira e a empurrou até bem perto do armário e, mesmo assim, não alcançou direito tendo que ficar na ponta dos pés para, enfim, pegar a assadeira. — Toma cuidado!
Parece que as palavras de Gaara eram como premonição, pois assim que Metal colocou as mãos naquele pedaço de alumínio, ele tombou para trás fazendo a cadeira deslizar no chão e cair para trás junto com Metal e a assadeira.
— Metal! Você está bem? — Gaara já nem mais se importava com o chester nas mãos ou o com o celular na orelha ele largou tudo no chão e foi ajudar a levantar Metal, este que estava morrendo de rir. — Está machucado? Do que diabos está rindo? — Enquanto Gaara se preocupava em ver se tinha algum machucado no corpo do garoto, Metal continuava a rir contagiando o pai a rir também.
— Aí minha bochecha dói de tanto rir! — Lágrimas escorriam do canto dos olhos de Metal. Aquela cena que aconteceu a segundos atrás foi realmente muito engraçada para o menino, ele nem sentia dor pelo baque que fez já que caiu de costas no chão, mas sim, uma extrema alegria pela cena tão engraçada.
— Você me preocupou, sabia? — Gaara dizia parando de rir um pouco e encarando o filho que respirava fundo tentando controlar a sua risada. O ruivo olhou para trás vendo o celular e o chester no chão. — Já que isso vai para o forno, não tem problema de estar no chão, certo?
— Bem, podemos dar essa parte que está no chão para o pai. — Metal dizia como quem não quer nada, abrindo um sorriso divertido. Gaara, voltou o olhar ao seu filho e sorriu novamente.
— É uma ótima ideia!

[•••]

Chester no forno, enfeites de natal pela casa, só faltava montar árvore e Rock Lee que ainda estava desaparecido, aparecer. A dor de ter batido as costas no chão finalmente se fez presente e Gaara fez questão de passar uma pomada nas costas do garoto para melhorar mais rápido.
— Então, vamos montar a árvore? — Gaara perguntou abrindo uma caixa que estava um pouco empoeirada, tirando de lá aquelas árvores de plástico. Como eles deixaram tudo em cima da hora não conseguiram comprar uma árvore decente, então teria que ser aquele ali. Junto com a árvore, ele também pegou uma caixa com enfeites e pisca-pisca, que estavam fazendo um grande nó. — Me ajude a desenrolar esses negocinhos que piscam. — Metal riu e foi ajudar o pai a desenrolar os tais “negocinhos que piscam”. Eles ficaram em silêncio por alguns minutos, até Gaara quebrar o silêncio. — Sabe por que existem árvores de natal?
— Não sei! — O natal nunca foi o tema que Metal sempre gostou de falar, mas não impediria o seu pai de contar uma história, coisa que ele fazia com frequência.
— As árvores significam vida, e o natal é a época de recomeçar, por isso ele fica no final do ano. Ou seja, recomeçar a vida.
— Interessante, mas tenho quase certeza que isso é mentira! — Metal dizia rindo, terminando de desembaraçar o pisca-pisca. Gaara o encarou como se se sentisse ofendido pelas palavras.
— Tudo que eu digo é cem por cento verdade. — Disse mostrando a língua para o filho. Parecia duas crianças se implicando. — Mas, natal é uma data importante para mim… foi quando eu conheci o Rock Lee.
— Vocês se conheceram no natal? — Metal Indagou curioso. Agora ambos os meninos estavam montando a árvore, tentando seguir as instruções que já estavam um pouco mofadas.
— Sim, foi bem no dia vinte e quatro para o dia vinte e cinco. — Gaara continha um sorriso bobo no rosto relembrando a história toda na sua cabeça. — Meus pais… os seus avós, nós brigamos na véspera de natal. Eles foram contra mim quando eu me assumi gay na frente de toda a minha família e com isso, eu fugi de casa às onze horas quando deram início a ceia. Depois de muito tempo perambulando por aí, encontrei um rapaz de aparência engraçada que estava vestido de Papai Noel entregando doces para crianças e adultos pela rua, até que nossos olhos se encontraram. Foi amor à primeira vista. — Metal já nem mais estava concentrado na árvore e sim na história que o pai contava. — Na hora ele me perguntou o que eu estava fazendo na rua sozinho e não com a minha família e eu respondi que família só servia como problemas e ele disse que a partir dali ele seria minha família e que eu não passaria nenhum natal sozinho. — Gaara riu um pouco, lembrar daquele dia era um pouco triste no começo, mas era muito bom para si. — Por isso que eu sempre digo que ele é o melhor presente de natal que eu recebi na minha vida.
— Que história… incrível! — Metal dizia quase emocionado pela bela história que Gaara contou.
Eles terminaram de montar a árvore, se afastaram um pouco e ficaram um do lado do outro encarando a árvore.
— Vamos dizer que é uma árvore de natal contemporânea. — Gaara dizia rindo. A árvore estava realmente com uma aparência engraçada, toda torta, com os piscas-piscas parando de acender algumas vezes, e os enfeites brancos foram para a cor bege.
— É uma ótima ideia! — Repetiu a mesma coisa que o pai falou horas atrás, rindo da árvore.

[•••]

Depois de muito tempo, Gaara e Metal colocaram um filme natalino para assistir, mas não durou muito tempo, pois em menos de cinco minutos de filme ambos adormeceram no sofá. Metal tinha a cabeça apoiada no ombro de Gaara e Gaara tombou a cabeça para o encosto do sofá. Eles ficaram naquela posição por uma hora, até Metal acordar sentindo muito calor.
Seus olhos não conseguiam enxergar um palmo à sua frente, pois uma fumaça branca cobria toda sala. Assustado, ele balançou o braço do pai que nem deu sinal que acordaria.
— Pai! A casa está pegando fogo! — As palavras ditas por Metal foram como um despertador para Gaara que arregalou os olhos na hora. Viu toda aquela fumaça que se desesperou, se lembrando que deixou o chester no fogo.
Naquele momento, teria que manter a calma e não desesperar seu filho. Pegou-o pelo braço e o levou até fora da casa, pois respirar aquela fumaça era tóxico. E, assim que saíram, pegou seu celular ligando para o corpo de bombeiros que certamente saberiam o que fazer. Eles não demoraram muito, em menos de dez minutos eles já estavam parados na porta da casa de Gaara e Rock Lee.
Gaara, em uma última tentativa de ligar para seu marido, conseguiu vê-lo aparecendo virando a esquina da rua. Seu coração estava aliviado, mesmo que sua casa estivesse pegando fogo, estava menos preocupado vendo o rosto de Rock Lee que estava desaparecido desde manhã.
— Onde é que você se meteu? — Foi uma das primeiras palavras que saiu de sua boca, antes de abraçá-lo por saudades. — Eu fiquei preocupado! — Murmurou apertando mais o abraço. Gaara sempre teve aquela mania de não demonstrar as coisas tão bem quanto Rock Lee, então enquanto todos podiam pensar que ele estava tranquilo em relação a tudo, na verdade, ele estava morrendo de medo.
— O que aconteceu com a nossa casa? — Rock Lee iria responder seu amado, mas assim que teve seu olhar focado na casa, não conseguiu pensar em mais nada além da fumaça que estava saindo da sua residência.
— Longa história… — Metal dizia coçando a nuca. Gaara se separou dos braços de Lee e fez uma cara nada boa para o mesmo.
— Isso aconteceu porque você não estava comigo. E aquela história de “não vou deixar você sozinho em nenhum natal”? — Gaara cruzava os braços com raiva. Metal olhava-os pensando Eles vão brigar nessa situação?
— Desculpa, meu amor e que… — Rock Lee então se lembrou de sua frustração. — Eu saí bem de manhã para comprar o presente do Metal — Assim que ele disse isso, Metal olhava o pai com um sorriso no rosto. — Ele falava a semana toda de um tal jogo que lançaria e que queria muito. Fui em mais de dez lojas diferentes, mas em todas o jogo estava esgotado. — Rock Lee se ajoelhou para ficar do mesmo tamanho que Metal e afagou a cabeça do mesmo. — Desculpa, Metal. Eu queria dar um presente bom para que não esquecesse desse natal.
— Eu também peço desculpas, eu tentei fazer o melhor natal para você e agora nossa casa está incendiada…
— Vocês estão brincando? Esse é o melhor natal da minha vida. — Metal dizia abrindo um sorriso sincero. — Eu me diverti muito no dia de hoje e… — Ele abraçou seus pais. —… só de ter vocês como pais é o melhor presente do mundo!
Gaara e Rock Lee se entreolharam antes de abrirem um largo sorriso. Estavam tão ocupados em fazer o melhor natal para Metal que nem sequer tinham perguntado se era aquilo que ele realmente queria, mas pelo sorriso do garoto, sabiam que tudo que fizeram tinham valido a pena. Depois de alguns minutos em uma abraço caloroso, um bombeiro deu a notícia que a casa ficaria interditada por algum tempo até terminarem de apagar o fogo.
— Bom, acho que teremos que passar o natal na casa do tio Naruto e do tio Sasuke. — Gaara dizia coçando a nuca, um pouco envergonhado.
— É uma ótima ideia! — Rock Lee respondeu, pegando Metal no colo, colocando-o em cima de seus ombros saindo correndo com Gaara atrás.
Metal no final sabia que aquele foi o seu melhor e mais desastroso primeiro natal com seus pais.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

#46388
@
AnnaJuliaJu escreveu:@f@lynxx, Ahhh Naruto <3!!!
Mas aqui não é lugar de Fanfic, e como uma redação para o Enem seria anulada, zero, ou seja sequer corrigida...

Sério? Mil perdões, eu vou apagar, me desculpa mesmo

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Gente eu não fiz com o tema do Enem 2021 pq[…]

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