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Ao longo da história brasileira, diversos entraves foram encontradas no desenvolvimento da nação. Infelizmente, destaca-se, dentre entre eles, devido a sua recorrência na atual conjuntura, a questão do desperdício excessivo de alimentos no Brasil, evidenciando uma das graves crises da sociedade hodierna. Nesse contexto, torna-se premente analisar os principais impactos desse problema: o egoísmo por parte da sociedade e a omissão governamental
Antes de tudo, é importante enfatizar que o egoísmo parte da sociedade atua como impulsionador do problema. Nesse sentido, de acordo com o contrato social proposto pelo filósofo Iluminista John Locke cabe ao Estado fornecer medidas que garantam o bem-estar coletivo. Todavia o equívoco eclode no erro de se acreditar que essas medidas são asseguradas com efetividade para todos. Nesse segmento, é possível depreender que esse relato não é firmado, pois é notório que que falta empatia no Brasil contemporâneo, no que tange ao desperdício de alimentos. Como consequência, a população estão mais preocupados em consumir de modo inconsciente, fazendo com que muita comida fique concentrada na alimentação de poucos. O resultado disso, é que os indivíduos com fome adentram no mundo do crime, buscando condições financeiras necessárias a marginalização.
Outrossim, é válido postular que a displicência governamental colabora com esse cenário, decorre a omissão dos governos. Essa realidade ocorre a um descaso governamental presente na questão. Acerca disso, de acordo com o filósofo grego Aristóteles, alega que a principal função da política é garantir o respaldo necessário aos impactos da sociedade. Para exemplificar, que faltam ações do Estado para resolução do problema, como melhoramento da infraestrutura de rodovias, visto que a grande parte dos alimentos se perdem acaba vencendo devido aos vários dias nas estradas.
Fica evidente, portanto que medidas sejam tomadas para cobrir em paz discorrido. Para tanto Ministério da Saúde, que é responsável pela administração e manutenção da saúde pública no Brasil junto com a vigilância sanitária, promover projetos e campanhas, por meio de palestras para concientizar a população a não desperdiçar alimento e sempre ficar de olho na data de validade, com o intuito diminuir o desperdício na sociedade. Dessa forma, o contrato social será efetivado e por conseguinte, haverá uma sociedade mais justa e igualitária.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Doença mental

Deivid16 , Gi69

“A essência dos direitos humanos &eac[…]

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