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No que se refere ao Ensino a Distância (EAD), pode-se afirmar como forma de aprendizado sem contato físico e ambiente educacional. Surgido no ano de 1728 nos Estados Unidos da América (EUA), a modalidade educacional entrou em vigor no Brasil somente no final do século XX. Mas por que um ensino colocado no país a mais de 20 anos não tem uma melhor estrutura?
Embora seja verdade o ensino existir a anos, a sua utilização em escolas se tornou conhecida e usada durante a pandemia do novo coronavírus (vírus surgido no final de 2019 na China semelhante a gripe, porém mais forte), tendo as aulas presenciais suspensas nas escolas públicas e privadas por cerca de um ano, segundo o G1 (site informacional com notícias diárias sobre o mundo todo, criada pela Globo). Com as aulas presenciais interrompidas, o EAD foi a melhor solução para muitos, mesmo não contendo preparações adequadas para a maioria da população, o método de ensinamento está servindo para garantir a educação aos alunos. Infelizmente no Brasil somente 74% das pessoas entre 10 anos ou mais tem acesso à internet, conforme informado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), estrutura criada para coordenar diversos setores do uso e funcionamento da internet no país, por isso o maior inimigo do EAD não foram as pessoas, mas sim a desigualdade brasileira. A campanha realizada para facilitar os estudos no EAD, feita no estado de São Paulo onde distribuíram tablets, dispositivos que ajudaram mais de 100 mil estudantes, aumentou a participação dos alunos durante as aulas a distância, segundo a Secretaria Especial de Comunicação.
Além disso, o ensino ajudou milhares de pessoas a se formarem, aprenderem de maneiras diferentes e melhor entendimento da necessidade de planos para um país. Segundo um levantamento feito pela Estúdio Site (agência especializada em projetos de EAD) escreveu que desde 2003 o número de alunos que estudam a distância passou de 50 mil para 1,3 milhões de inscritos, isso mostra que muitas pessoas se interessam pela facilidade, menor custo econômico do EAD, gerado pelo esforço dos avanços ao ensino.
Diante disso, uma boa forma de resolver o problema da falta de organização ao EAD, é o investimento do governo a tecnologias para os estudantes, principalmente aqueles em baixo nível de pobreza, como a campanha feita no estado de São Paulo. Ademais, disponibilizar de forma abrangente cursos de capacitação aos professores que estão adaptados ao ensino presencial e aqueles se formando, para auxiliar não somente os alunos nas aulas, mas também os responsáveis para melhor preparação.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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GabrielPB , Mylike JoaoPedro72 Alexsandro […]

São muitos os casos de impunidade do sistem[…]

Bom dia pessoal, JoaoPedro72 , muito obrigado p[…]

Agora que lembrei que não é poss&iac[…]

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