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Por Sinhara21
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“O homem nasce bom, porém a sociedade o corrompe”. Esta frase do filósofo francês Rousseau define uma das formas de se pensar a natureza humana. E, assim, contribui para estruturalizar muitas das Instituições Sociais vigentes. No entanto, o sistema prisional não parece sucumbir à máxima iluminista visto que, no Brasil, a problemática da superlotação da população carcerária ao menos reconhece questões humanitárias quando se trata de sua administração, o que fomenta ainda mais a violência e desigualdade social.

Em primeiro plano, destaca-se o papel do sistema prisional; punir - mas também reintegrar o homem à sociedade. Se somente a punição é aplicada e não a recuperação, esses lugares transformam-se em fábricas de violência que estimulam ainda mais a criminalidade. Exemplo disto é o massacre de Carandiru (1992) em que a má administração dos presídios somada a violência levou a rebeliões e chacinas de detentos, além de contribuir diretamente com a formação da maior facção criminosa do país. Daí o ditado popular reverbera: “violência gera violência”.

Ademais, é nítido que a forma de tratamento entre detentos pelo nível de escolaridade é uma forma de manutenção das desigualdades. Pois, as camadas mais populares são condenadas ainda mais a lidar com a precarização e superlotação do cárcere. Assim, perdura o pensamento que Luís Gama, advogado que lutou contra a escravião no século XIX, sobre o sistema penal brasileiro ser uma forma de manter a população negra em condições similares à escravidão.

Diante do exposto, conclui-se que a superlotação da população carcerária no país é uma grave problemática que repercute na sociedade pelas consequentes criminalidade e desigualdade. Assim, cabe ao Governo Federal - em associação ao terceiro setor e iniciativas privadas- promover programas de educação que estimulem o aprendizado e a capacitação profissional dentro dos presídios e comunidades carentes para reduzir o ingresso e egresso da população à criminalidade e, com isso, reduzir a superlotação dos presídios. Dessa maneira, o homem poderá retornar ao seu estado natural de ser bom.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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