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A Constituição Federal, documento mais importante no país, prevê em seu artigo sexto o direito à educação como inerente a qualquer cidadão. Conquanto, tal proposta não é realizada fielmente no Brasil, visto que muitos brasileiros são considerados analfabetos funcionais. Assim sendo, é válido destacar o peso da falta de estímulo estímulo educacional e da ausência de investimento para a persistência da infeliz problemática.
Sob essa perspectiva, faz-se necessário explicitar a carência de incentivos para de incentivos para atividades acadêmicas como forte entrave para a questão. Segundo dados expostos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mais de 6% da população caracteriza-se como um analfabeto absoluto. Ademais, a informação em destaque aponta a des priorização da educação, em que parte desses indivíduos são sujeitos a trabalhar e largar a escola, cenário muito comum nas décadas passadas. Evidencia-se, também, que não houveram tentativas de reversão da situação, obrigação governamental não realizada devidamente.
Vale ressaltar, ainda, a carência de insumos monetários como potencial fator agravante do problema. Devido a essa necessidade não suprida, a a presença de más condições estruturais para o ato de estudar, dado que ambientes inadequados desfavorecem o desenvolvimento cognitivo sendo assim, determinante para o real aprendizado dos estudantes. Desse modo, se somados os fatores de desinteresse e falta de recursos, faz-se possível compreender porque o índice de analfabetismo é tão expressivo no Brasil.
Verifica-se, portanto, a necessidade de criação de medidas nufito de amenizar o problema. Dessa maneira, faz-se cabível ao Ministério da Educação disponibilizar educação de qualidade a todos, por meio do aumento dos investimentos no setor em 25%. Isto posto, cumprir-se-á a finalidade de prover melhores condições estruturais, que, consequentemente, estimular-se-á os estudos na sociedade brasileira. Dessa forma, o cenário de analfabetismo funcional será, por fim, superado, consolidando o que é proposto na magna carta.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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