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Por Yan369
#60212
Na série "o conto da aia", baseada no livro homônimo de Margaret Atwood", é apresentado o cotidiano de Offred, classificada como uma aia ( mulher fértil que, nesse governo, deve ter relações sexuais obrigatórias com seu capitão, com intuito de ter filhos pela sua senhora, esposa do capitão), vive em um governo teocrático e classista, onde há extrema reprimenda às pessoas que não seguem os preceitos bíblicos, havendo, sobretudo, a opressão às mulheres, que devem, por lei, ser submissas aos homens. Infelizmente, tal cenário, onde há o tratamento de mulheres como algo inferior, paraleliza-se com aspectos de sociedades patriarcais, sendo de comum conhecimento a dominância de tais sociedades.
Primeiramente, é de suma importância a ressalva à idealização da figura feminina como inferior ao homem, emocional, física e intelectualmente, cuja origem encontra-se em séculos passados, onde os ideais bíblicos ditavam as leis, a moral e os costumes. Seguindo de tal preceito, diversas mulheres na contemporaneidade colhem como fruto de tal pensamento, menos espaço na sociedade, além de ser cada vez mais frequente os casos de violência doméstica, seja ela física ou psicológica, contra a mulher, tendo como o seu praticante, principalmente, o homem que se autodenomina "líder da família", e casos de feminicidio cada vez mais frequentes não são algo ficcional.
Outrossim, é preciso salientar a atuação de figuras públicas, as quais podem influenciar e transmitir, mesmo que de forma inócua, um estímulo que fortifique esse pensamento pacóvio.Exemplificando, a ministra da mulher, família e dos direitos humanos, do Brasil, Damares Alves,disse numa audiência publica na Câmara: " Dentro da doutrina cristã, lá dentro da igreja, nós entendemos que em um casamento entre homem e mulher, o homem é o líder.", usando sua opinião como afirmação, pregando a submissão feminina e apoiando agressores que,após a fala do deputado, sentiram-se acolhidos.
Enfatiza-se, portanto, a necessidade de medidas nacionais para solucionar os impasses. O Ministério da Mulher, Família e dos Direitos humanos deve criar um aplicativo que reúna exclusivamente mulheres, onde haverá vagas de emprego destinadas exclusivamente para elas, além de ser possível realizar denúncias e ter apoio integral, 24 horas, por profissionais especializados no ramo da psicologia, resultando em maior inclusão de mulheres no mercado de trabalho e mais oportunidades para denunciar seus agressores e conseguirem apoio psicológico.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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