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#49017
No livro "Estação Carandiru", o médico e escritor Drauzio Varella narra sua experiência como médico voluntário na Casa de Detenção de São Paulo, retratando as precárias condições de vida dos detentos. Embora se passe na década de 1990, a obra se assemelha ao atual cenário brasileiro ao explicitar a negligência do estado com o sistema carcerário. Nesse contexto, devem-se analisar os problemas das penitenciárias, como a superlotação e a falta de ressocialização.

Em primeira análise, cabe ressaltar o excesso de presos como um desafio no Brasil. De acordo com uma pesquisa feita pelo Ministério Público, existe, no país, quase três vezes mais presos do que o número oficial de vagas, implicando em uma grande superlotação. A partir desta pesquisa, é possível concluir que o sistema carcerário brasileiro está sobrecarregado, gerando diversos problemas, como a falta de saneamento e até mesmo a formação de organizações criminosas, o que impede a recuperação dos presidiários. Entende-se, dessa forma, que a superlotação das penitenciárias causa, diretamente, aumento da criminalidade ao inibir a reabilitação dos presos.

Outrossim, é imperativo salientar a falta de meios para a ressocialização dos detentos como um agravador da situação. Segundo o filósofo positivista Augusto Comte, é dever do Estado garantir o progresso da sociedade. Contudo, o Estado brasileiro não oferece formas para a reinclusão dos presidiários na sociedade, o que, assim como a superlotação, não permite sua recuperação e consequentemente irá, no futuro, contribuir para o aumento dos índices de criminalidade. Logo, percebe-se que a inoperância do poder público amplia a problemática, sendo prejudicial para a sociedade.

Em suma, os problemas do sistema carcerário devem ser superados. Dessa forma, urge que o Poder Executivo, por meio do Ministério da Segurança Pública, deve realocar recursos orçamentários, a fim de construir mais penitenciárias, ampliando o número de vagas e dessa maneira, acabando com a superlotação. Além disso, o poder público, através do Ministério da Cidadania, deve elaborar um programa social que ofereça aos presidiários capacitação profissional e emprego, visando a ressocialização dos mesmos. Feito isso, o livro de Drauzio Varella irá, finalmente, deixar de refletir os presídios brasileiros.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#49039
5 reais a correção. :lol: Brincadeira. Trarei alguns comentários amanhã, se possível.
#49068
CORREÇÃO (X)

No livro "Estação Carandiru", o médico e escritor Drauzio Varella narra sua experiência como médico voluntário na Casa de Detenção de São Paulo, retratando as precárias condições de vida dos detentos. Embora se passe na década de 1990, a obra se assemelha ao atual cenário brasileiro ao explicitar a negligência do Estado(1) com o sistema carcerário. Nesse contexto, devem-se analisar os problemas das penitenciárias, como a superlotação e a falta de ressocialização(2).

Em primeira análise, cabe ressaltar o excesso de presos como um desafio no Brasil. De acordo com uma pesquisa feita pelo Ministério Público, existe, no país(3), quase três vezes mais presos do que o número oficial de vagas, implicando em uma grande superlotação. A partir desta pesquisa, é possível concluir que o sistema carcerário brasileiro(4) está sobrecarregado, gerando diversos problemas, como a falta de saneamento e até mesmo a formação de organizações criminosas, o que impede a recuperação dos presidiários(5). Entende-se, dessa forma, que a superlotação das penitenciárias causa, diretamente, aumento da criminalidade ao inibir a reabilitação dos presos.

Outrossim, é imperativo salientar a falta de meios para a ressocialização dos detentos como um agravador da situação(6). Segundo o filósofo positivista Augusto Comte, é dever do Estado garantir o progresso da sociedade. Contudo, o Estado(9) brasileiro não oferece formas para a reinclusão dos presidiários na sociedade, o que, assim como a superlotação, não permite sua recuperação(7) e consequentemente irá, no futuro, contribuir para o aumento dos índices de criminalidade. Logo, percebe-se que a inoperância do poder público amplia a problemática, sendo prejudicial para a sociedade.

Em suma, os problemas do sistema carcerário devem ser superados. Dessa forma, urge que o Poder Executivo, por meio do Ministério da Segurança Pública, deve realocar recursos orçamentários, a fim de construir mais penitenciárias, ampliando o número de vagas e, dessa maneira,(8) acabando com a superlotação. Além disso, o poder público, através do Ministério da Cidadania, deve elaborar um programa social que ofereça aos presidiários capacitação profissional e emprego, visando a ressocialização dos mesmos. Feito isso, o livro de Drauzio Varella irá, finalmente, deixar de refletir os presídios brasileiros.

Repetição
(1)-Aqui é em letra inicial maiúscula.
(2)-A meu ver, esse problema já desviou do que deve ser discutido.
(3)-Que país? Aqui já é outro parágrafo.
(4)-Você falou do país situado agora. Inverta o (4) e (3) para melhorar a apresentação das ideias do texto.
(5)-O que seria isso? Deixe sempre claro o que você escreve. Tem várias interpretações.
(6)-Do sistema carcerário? Seja mais específico!!! :lol: Se for, acho que não faz sentido essa relação, mas ok.
(7)-O que é recuperação...? :(
(8)-Quando possui sentido de conclusão, é isolado por vírgula. Não posso dizer de certeza se aqui é assim, mas se fosse substituir ela por "assim" ou "pois", estas palavras estariam isoladas.
(9)-Repetição desnecessária. Um pronome já resolveria.


É isso. Qualquer objeção ou dúvida sua sobre o que escrevi, pode me marcar. Até mais. :D
#49072
@Geralcinoj

Repetição
(2)-A meu ver, esse problema já desviou do que deve ser discutido.
Acredito de a falta de meios de ressocialização é um problema carcerário, mas talvez devesse escolher outro argumento

(3)-Que país? Aqui já é outro parágrafo.
É especificado Brasil no tópico frasal

(5)-O que seria isso? Deixe sempre claro o que você escreve. Tem várias interpretações.
De fato isso não foi esclarecido na redação

(6)-Do sistema carcerário? Seja mais específico!!! :lol: Se for, acho que não faz sentido essa relação, mas ok.
evitei a retomada do termo "sistema carcerário" para evitar repetição exaustiva do tema, mas irei buscar formas melhores de fazer isso

(8)-Quando possui sentido de conclusão, é isolado por vírgula. Não posso dizer de certeza se aqui é assim, mas se fosse substituir ela por "assim" ou "pois", estas palavra estariam isoladas.
Também não tenho certeza, visto que "e" antecede "dessa maneira". irei pesquisar mais sobre isso


Muito obrigado pela correção
#49079
Realmente no destaque (3) não vi a palavra Brasil. Peço desculpa pelo meu equívoco.

(2) e (6)-Então..., com base no que sei (achismo a maior parte), a falta de ressocialização não é um problema carcerário devido ao preconceito que as pessoas têm dessas pessoas, assim, acaba por marginalizar elas, não algo relacionado a prática do sistema carcerário e sim algo que ocorre depois. Não sei se consegui expor de forma clara para você.

(8)-Mesmo com o "e" as palavras (No plural. Escrevi errado antes :lol: ) que apresentei são isoladas. Encontrei um site que, inclusive, tem o seu caso. O "dessa forma", sinônimo de "dessa maneira", é isolado por vírgulas também quando o sentido é de conclusão.
Deixo o link: https://blog.imaginie.com.br/a-virgula- ... avra-pois/

Obrigado pela correção também. Foi de grande ajuda. :D
#49146
No livro "Estação Carandiru", o médico e escritor Drauzio Varella narra sua experiência como médico voluntário na Casa de Detenção de São Paulo, retratando (Atenção ao gerúndio. O sujeito do verbo deve estar explícito e claro. Eu sempre evito usar para não cair nesse erro. Nesse caso, poderia ser usado um "e retrata") as precárias condições de vida dos detentos. Embora se passe na década de 1990, a obra se assemelha ao atual cenário brasileiro ao explicitar a negligência do estado com o sistema carcerário. Nesse contexto, devem-se analisar os problemas das penitenciárias, como a superlotação e a falta de ressocialização. Para mim, tese completíssima :D

Em primeira análise, cabe ressaltar o excesso de presos como um desafio no Brasil. De acordo com uma pesquisa feita pelo Ministério Público, existe, no país, quase três vezes mais presos do que o número oficial de vagas, implicando (Novamente, gerúndio. Quem está implicando?)em uma grande superlotação. A partir desta pesquisa, é possível concluir que o sistema carcerário brasileiro está sobrecarregado, gerando (Eu reorganizaria essa estrutura com um "fato o qual gera diversos...", a invés do gerúndio sem sujeito) diversos problemas, como a falta de saneamento e até mesmo a formação de organizações criminosas, o que impede a recuperação dos presidiários. Entende-se, dessa forma, que a superlotação das penitenciárias causa, diretamente, aumento da criminalidade ao inibir a reabilitação dos presos.

Outrossim, é imperativo salientar a falta de meios para a ressocialização dos detentos como um agravador da situação. Segundo o filósofo positivista Augusto Comte, é dever do Estado garantir o progresso da sociedade. Contudo, o Estado brasileiro não oferece formas para a reinclusão dos presidiários na sociedade, o que, assim como a superlotação, não permite sua recuperação e consequentemente irá, no futuro, contribuir para o aumento dos índices de criminalidade. Logo, percebe-se que a inoperância do poder público amplia a problemática, sendo prejudicial para a sociedade.

Em suma, os problemas do sistema carcerário devem ser superados. Dessa forma, urge que o Poder Executivo (agente), por meio do Ministério da Segurança Pública (meio), deve realocar recursos orçamentários (ação), a fim de construir mais penitenciárias (finalidade), ampliando o número de vagas e dessa maneira, acabando com a superlotação (detalhamento). Além disso, o poder público, através do Ministério da Cidadania, deve elaborar um programa social que ofereça aos presidiários capacitação profissional e emprego, visando a ressocialização dos mesmos. Feito isso, o livro de Drauzio Varella irá, finalmente, deixar de refletir os presídios brasileiros. Achei difícil analisar essa conclusão porque é diferente das que eu costumo elaborar, mas acredito que todos os elementos estão presentes, sim.

Na minha visão, seu texto está excelente. Mas, eu posso apontar como sugestão que você use mais adjetivos e advérbios. Isso mostra o que você pensa sobre as ideias e coisas que está falando, por exemplo: "como a superlotação desumana e a negligente falta de ressocialização" ou "fatalmente implicando em uma grande superlotação". Acredito que, assim, você vai demonstrar mais autoria e "aparecer" mais no texto, como suas opiniões e indignação com o problema.

Espero ter ajudado!
Abraço! :D
#49166
DavidBRBut escreveu:@AhNaoAna Agradeço muito sua correção, irá me ajudar. Eu também estou corrigindo algumas redações, caso se interesse, é só marcar.
Ok, agradeço! Gostaria da sua análise sobre um texto que postei há um tempinho. Logo te marco lá :D

No cenário social vigente, o estigma associ[…]

Muito obrigado pela correção!! Sobre[…]

Redação incrível. Obedecendo […]

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