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#2558
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema A igualdade de gêneros em discussão no século XXI, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I
A igualdade de gêneros em discussão no século XXI redação enem.png
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TEXTO II
Enquanto o sexo biológico é determinado por características genéticas e anatômicas, o gênero é uma identidade adquirida e refere-se à variedade de papéis e relacionamentos construídos pela sociedade para os dois sexos. Por isso, o gênero muda ao longo do tempo e varia grandemente dentro das diferentes culturas em todo o mundo.
A igualdade de gênero descreve o conceito de que todos os seres humanos, tanto mulheres como homens, são livres para desenvolver as suas capacidades pessoais e fazer escolhas sem as limitações impostas por estereótipos. Igualdade de gênero não significa que as mulheres e homens têm de ser idênticos, mas que os seus direitos, responsabilidades e oportunidades não dependem do fato de terem nascido com o sexo feminino ou masculino.
Assim, a equidade entre gêneros significa que homens e mulheres são tratados de forma justa, de acordo com as respectivas necessidades. O tratamento deve considerar, valorizar e favorecer de maneira equivalente os direitos, benefícios, obrigações e oportunidades entre homens e mulheres.
Princípios de Empoderamento das Mulheres – Igualdade significa negócios, publicação do Pacto Global da ONU e ONU Mulheres. Disponível em: http://premiowepsbrasil.org/igualdade-ou-equidade-de-genero/. Acesso em: 23 fev 2015 (adaptado).

TEXTO III
A diferença salarial entre mulheres e homens no Brasil é uma das maiores do mundo, e equiparar a condição dos dois sexos no país levará um século. Essas são algumas das conclusões do Relatório de Desigualdade Global de Gênero 2016 do Fórum Econômico Mundial, publicado nesta quarta-feira em Genebra.
De acordo com o levantamento, as sociedades mais igualitárias são as escandinavas. Ao se considerar todos os aspectos econômicos, políticos, de saúde e de educação, o primeiro lugar é da Islândia, seguida por Finlândia, Noruega e Suécia.
Entre 144 países avaliados, o Brasil ocupa apenas a 129ª posição quando avaliado isoladamente o quesito de igualdade de salários entre gêneros. Países criticados por violações aos direitos das mulheres, como Irã, Iêmen e Arábia Saudita, estão em melhor posição que o Brasil.
Para equiparar as condições econômicas de homens e mulheres, serão necessários 95 anos, se o atual ritmo de progresso for mantido. Em termos gerais, incluindo política, educação e outros aspectos sociais, equiparar as condições entre gêneros no país levará 104 anos.
Segundo o Fórum Econômico Mundial, a taxa brasileira é melhor que a média mundial, de cerca de 170 anos. Mas, ainda assim, o ritmo de avanço é considerado “lento demais”.
O estudo mostra que a presença de Dilma Rousseff no cargo de presidente nos últimos anos fez o Brasil subir no ranking geral da entidade, passando da 85ª posição para a 79ª entre 2014 e 2015. Mas a classificação ainda é pior do que a de dez anos atrás, quando o país ocupava a 67ª posição. Hoje, o Brasil fica atrás dos dezessete outros países latino-americanos.
A disparidade econômica entre homens e mulheres é um dos fatores que mais impedem o avanço brasileiro no ranking. Nesse quesito, o país ocupa a modesta 91ª posição entre 144 países e é superado por Paraguai, China, Camboja e Chade.
O Brasil é ainda um dos seis países do mundo onde a diferença salarial entre homens e mulheres em cargos executivos é de mais de 50%. Além disso, a presença de brasileiras no mercado de trabalho é menor, de 62% – a dos homens é de 83%. Isso coloca o país na 87ª posição por esse critério. A renda média das brasileiras é de 11.600 dólares por ano. A dos homens, por sua vez, é de 20.000 dólares.
Na América Latina, os especialistas indicam que, se o ritmo for mantido, a “lacuna econômica de desigualdade de gênero” será fechada em apenas seis décadas.
Na política, a presença feminina também é pequena, mesmo que em 2015 a Presidência da República tenha sido ocupada por uma mulher. O Congresso ocupa o 120º lugar entre os países com melhor representação feminina. Antes mesmo de Michel Temer assumir o governo, o Brasil era apenas o 83º quando o assunto era ministérios ocupados por mulheres. Na educação, a diferença entre homens e mulheres voltou a crescer pela primeira vez em cinco anos.
Disponível em: http://veja.abril.com.br/economia/
brasil-levara-100-anos-para-igualar-salarios-de-homens-e-mulheres/
#59893
Na pré-história no período Neolítico, acontece a revolução agrícola, que apesar de ter seu lado positivo acaba resultando, também, em algo negativo. Pois os homens não tendo que caçar como antes passam mais tempo nas tribos e nesse momento começam a subjulgar as mulheres. Fica claro, assim, que apesar de se ter passado séculos, as consequências desse subjulgamento continuam presentes (infelizmente) em nossa atualidade em pleno século XXI. Por exemplo, através da diferença dos salários entre mulheres e homens e a falta de oportunidades de emprego às população feminina.
Primeiramente, é importante destacar a disparidade do salário dos homens em relação ao das mulheres. Segundo a reportagem da "Pública", por exemplo, a jogadora de futebol Marta recebe um salário anual de U$400mil (R$2,1 milhões no câmbio anual), e em comparação o jogador Neymar fatura U$14,5 milhões (R$76,5milhões). Assim, percebe-se que apesar de terem a mesma profissão e a habilidade e capacidade bem desenvolvida para tal, não são compensados da mesma forma. Isso, por conta, do preconceito da sociedade patriarcal às população feminina, que resulta nessa exclusão e falta dos mesmos direitos entre ambos.
Além disso, vale ressaltar, a falta de oportunidades de trabalho para as mulheres. Sendo, então, consequência desse estigma enraizado na sociedade, em que a mulher tem que lidar todos os dias. Esse foi um dos motivos que elas iniciaram um movimento feminista, visando lutar pela equidade entre os gêneros, para o empoderamento. Chegando, até mesmo, a romper com esse tabu de que as mulheres não são capazes de fazer o mesmo que os homens fazem.
Contudo, visando uma mudança do quadro atual para a igualdade dos direitos entre gêneros. Urge que as escolas e as famílias informem-se para concientizar as crianças contra o sexismo. Além disso, seria de extrema importância que o Estado em colaboração com a mídia e ONGS, influênciasem as pessoas, dentre elas, os empregadores com a propagação de informações e campanhas sobre esse fato. Somente assim, será possível a ruptura desse estigma patriarcal e a inclusão das mulheres e de seus direitos de igualdade por completo na sociedade.
#59948
Alinestudent escreveu:Na pré-história no período Neolítico, acontece a revolução agrícola, que apesar de ter seu lado positivo acaba resultando, também, em algo negativo. Pois os homens não tendo que caçar como antes passam mais tempo nas tribos e nesse momento começam a subjulgar as mulheres. Fica claro, assim, que apesar de se ter passado séculos, as consequências desse subjulgamento continuam presentes (infelizmente) em nossa atualidade em pleno século XXI. Por exemplo, através da diferença dos salários entre mulheres e homens e a falta de oportunidades de emprego às população feminina.
Primeiramente, é importante destacar a disparidade do salário dos homens em relação ao das mulheres. Segundo a reportagem da "Pública", por exemplo, a jogadora de futebol Marta recebe um salário anual de U$400mil (R$2,1 milhões no câmbio anual), e em comparação o jogador Neymar fatura U$14,5 milhões (R$76,5milhões). Assim, percebe-se que apesar de terem a mesma profissão e a habilidade e capacidade bem desenvolvida para tal, não são compensados da mesma forma. Isso, por conta, do preconceito da sociedade patriarcal às população feminina, que resulta nessa exclusão e falta dos mesmos direitos entre ambos.
Além disso, vale ressaltar, a falta de oportunidades de trabalho para as mulheres. Sendo, então, consequência desse estigma enraizado na sociedade, em que a mulher tem que lidar todos os dias. Esse foi um dos motivos que elas iniciaram um movimento feminista, visando lutar pela equidade entre os gêneros, para o empoderamento. Chegando, até mesmo, a romper com esse tabu de que as mulheres não são capazes de fazer o mesmo que os homens fazem.
Contudo, visando uma mudança do quadro atual para a igualdade dos direitos entre gêneros. Urge que as escolas e as famílias informem-se para concientizar as crianças contra o sexismo. Além disso, seria de extrema importância que o Estado em colaboração com a mídia e ONGS, influênciasem as pessoas, dentre elas, os empregadores com a propagação de informações e campanhas sobre esse fato. Somente assim, será possível a ruptura desse estigma patriarcal e a inclusão das mulheres e de seus direitos de igualdade por completo na sociedade.
  • Alinestudent escreveu:Na pré-história no período Neolítico, acontece a revolução agrícola, que apesar de ter seu lado positivo acaba resultando, também, em algo negativo. Pois os homens não tendo que caçar como antes passam mais tempo nas tribos e nesse momento começam a subjulgar as mulheres. Fica claro, assim, que apesar de se ter passado séculos, as consequências desse subjulgamento continuam presentes (infelizmente) em nossa atualidade em pleno século XXI. Por exemplo, através da diferença dos salários entre mulheres e homens e a falta de oportunidades de emprego às população feminina.
    Primeiramente, é importante destacar a disparidade do salário dos homens em relação ao das mulheres. Segundo a reportagem da "Pública", por exemplo, a jogadora de futebol Marta recebe um salário anual de U$400mil (R$2,1 milhões no câmbio anual), e em comparação o jogador Neymar fatura U$14,5 milhões (R$76,5milhões). Assim, percebe-se que apesar de terem a mesma profissão e a habilidade e capacidade bem desenvolvida para tal, não são compensados da mesma forma. Isso, por conta, do preconceito da sociedade patriarcal às população feminina, que resulta nessa exclusão e falta dos mesmos direitos entre ambos.
    Além disso, vale ressaltar, a falta de oportunidades de trabalho para as mulheres. Sendo, então, consequência desse estigma enraizado na sociedade, em que a mulher tem que lidar todos os dias. Esse foi um dos motivos que elas iniciaram um movimento feminista, visando lutar pela equidade entre os gêneros, para o empoderamento. Chegando, até mesmo, a romper com esse tabu de que as mulheres não são capazes de fazer o mesmo que os homens fazem.
    Contudo, visando uma mudança do quadro atual para a igualdade dos direitos entre gêneros. Urge que as escolas e as famílias informem-se para concientizar as crianças contra o sexismo. Além disso, seria de extrema importância que o Estado em colaboração com a mídia e ONGS, influênciasem as pessoas, dentre elas, os empregadores com a propagação de informações e campanhas sobre esse fato. Somente assim, será possível a ruptura desse estigma patriarcal e a inclusão das mulheres e de seus direitos de igualdade por completo na sociedade.
    @Alinestudent,
ALGUÉM PODE CORRIGIR!!!

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