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Por Chisca
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Sob a perspectiva do sociólogo e político Florestan Fernandes em sua tese intitulada de A Integração do Negro na Sociedade de Classes, o pensador trata do racismo sistêmico e da persistente segregação dos negros na economia brasileira, que começou com a escravidão e nunca foi superada. O racismo, portanto, é apresentado como decorrência da própria estrutura social. Nesse sentido, em relação ao racismo estrutural no Brasil, percebe-se que o mesmo é um contínuo problema divergente na sociedade.

Primeiramente, é indubitável destacar que existe uma lei para crime de racismo. Em janeiro de 1989, foi sancionada a lei nº 7716, que tipifica como crime qualquer manifestação, direta ou indireta, de segregação, exclusão e preconceito com motivação racial. Assim, essa lei representa um importante passo na luta contra o preconceito e prevê penas de reclusão aos que cometerem crimes de ódio ou intolerância. Infelizmente, o racismo é recorrente, e essa notoriedade negativa de certos casos ainda representa uma pequena parcela.

Além disso, no Brasil, suas causas podem ser associadas, principalmente, à longa escravização de povos de origem africana e a tardia abolição da escravidão, que foi feita de maneira irresponsável, pois não se preocupou em inserir os escravos libertos na educação e no mercado de trabalho, que resultou em um sistema de marginalização que perdura até hoje. Ou seja, essas ações sistêmicas promoveram e sustentam até hoje a exclusão racial no país.

Evidencia-se, portanto, que a educação torna-se essencial nesse processo de mudança. São valores éticos e morais que devem ser ensinados e internalizados. Logo, além de medidas sócio-educativas que busquem combater a ignorância que fundamenta o preconceito, inclusive oferecer locais de convívio e bem estar-social, em instituições sociais, como escolas, igrejas, clubes e afins e, principalmente, em casa. É necessário um sistema de políticas públicas para inserir negros e afrodescendentes na sociedade, a fim de garantir a essa população direitos humanos, além do estudo formal e posições no mercado de trabalho.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Sabemos que a meritocracia na sociedade brasileira[…]

Olá! Alguém poderia me auxiliar por[…]

Frequentemente, comenta-se muito a respeito da que[…]

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