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RACISMO ESTRUTURAL NA SOCIEDADE BRASILEIRA
Racismo estrutural é o termo usado para reforçar o fato de que há sociedades estruturadas com base na discriminação que privilegia algumas raças em detrimento das outras. No Brasil, essa distinção favorece os brancos e desfavorece negros, sendo este o último país no mundo a abolir a escravidão através da lei Eusébio de Queiroz ,diante disto a grande problemática que persiste até os dias atuais é a desigualdade social e a falta de representatividade dos negros na sociedade brasileira.
Perante o exposto nota-se que o racismo fez com que a escravidão dominasse a história do Brasil por mais de três séculos, pois mesmo após a lei, a raça negra ficou condenada a exclusão e discriminação, pois a ideologia racista permaneceu. Apesar de finalmente terem libertado as pessoas negras, o governo não ofereceu nenhum tipo de políticas públicas para ajudar os milhares de negros que, até então, tinham sido tratados como mercadoria, com isto, surgia um enorme abismo social, sem estudo, sem moradias dignas, sem trabalho e sendo constantemente marginalizados, eles acabaram jogados à própria sorte e com poucas condições de sobrevivência.
Bem como apesar de não serem mais escravos, a população branca continuava a enxergá-los como inferiores, atacando sua cultura, sua religião e sua cor. Um exemplo disso foi a Lei dos Vadios e Capoeiras, instituída em 1890, que proibia a prática de capoeira e prendia quem era encontrado praticando, o racismo segue enraizado hodiernamente um exemplo disso é a representatividade dos negros no Congresso, que conta com 96% de parlamentares brancos liderando um país cujos habitantes são em sua maioria (54%) negros .Além disso a discriminação afeta também a segurança da população negra, dado que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), afirma que o homicídio entre jovens negros é quase três vezes maior do que de brancos. Em 2016, a taxa de homicídios da população negra foi de 40,2 mortes por 100 mil habitantes o mesmo indicador para brancos, amarelos e indígenas foi de 16. Sem contar a alta diferença de salário entre negros e brancos em quanto uma pessoa branca chega a receber em média 72,5% a mais do que uma pessoa preta ou parda.
Assim sendo a primeira coisa que podemos fazer é falar sobre isso e dar voz aos negros, para que todo o país consiga ouvi-los e reconhecer o racismo estrutural em nossas atitudes e, então, mudá-las. Como diria Ângela Davis, “não basta não ser racista, é preciso ser antirracista”. Dessa forma nota-se a necessidade do Ministério da Educação e o ministério da comunicação entrem com ações sistemáticas de conscientização em eventos e materiais didáticos em ambientes escolares afim de promover discursões que levem a conscientização , no objetivo de desconstruir o racismo estrutural.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Muito se tem discutido, recentemente, acerca das d[…]

nycolas2005 , muito obrigada, fico feliz pela cor[…]

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