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#47792
Desde o iluminismo, corrente de pensamento da Idade Moderna, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. Entretanto, observa-se que, no Brasil, essa perspectiva iluminista ainda não é posta em prática, sobretudo ao se verificar os desafios inerentes à doação de órgãos. Nesse sentido, toma-se necessário compreender não somente a falta de estrutura hospitalar, mas também a falta de informação sobre a problemática em questão.

Em primeira análise, cumpre mencionar que a falta de estrutura hospitalar é um desafio determinante para a doação de órgãos. Isso porque, um dos fatores, é a pouca existência de profissionais capacitados nessa área. Segundo o pensamento de Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no país, pois o Estado pouco investe nessa problemática, haja vista que poucos recursos financeiros são destinadas à capacitação do SUS e à expansão das equipes de transplantes para áreas menos centrais do território. Apesar de, o Brasil enfrentar todas essas dificuldades, mas ainda é o segundo pais do mundo em número de transplantes. Em 2017, foi realizado cerca de 27 mil transplantes, de acordo com Rafael Paim, muitos fatos contribui para essa melhora, a mais importante é o treinamento das equipes, melhorando a forma de comunicar a possibilidade de doação aos familiares de pessoas falecidas.

Em segunda análise, convém ressaltar que a falta de informação apresenta se como outro fator preponderante para a dificuldade na doação de órgãos. A respeito disso, sabe-se que, conforme o nefrologista José Pestana, a principal justificativa das famílias para não doar órgãos é o fato de nunca terem conversado sobre o desejo de doar. Assim, encarando a morte como um "tabu", por falta de diálogo, os familiares não sabem se a pessoa quer doar seus órgão após a morte, e depois que isso acontece eles ficam sem saber o que fazer, muitas vezes por medo da doação desfigurar o cadáver ou a possibilidade de tráfico dos órgãos e até mesmo que depois de diagnosticar uma morte encefálica, volte a vida, algo que até hoje nunca foi comprovado.

Portanto, ações são necessárias para reverter os entraves da doação de órgãos no Brasil. Diante disso, urge que o Congresso Nacional, por meio de uma alteração na Lei de Diretrizes Orçamentais, direcione mais investimentos ao Ministerio da Saúde, o qual reverterá tais recursos na realização de projetos de qualificação dos serviços ofertados aos indivíduos que necessitam dessa medida, como a capacitação das equipes do SUS e ampliação das suas unidades nas médias e pequenas cidades, com o intuito de que a população possa usufruir de forma plena do acesso a saúde. Concomitantemente, faz-se imprescindível que o Ministério da Saúde, mediante a parceria com a mídia, viabilize nas redes sociais sobre a importância da doação de órgãos, e esclareça os "tabus" ainda presentes na sociedade, tornando assim os indivíduos conscientes de tal importância. Dessa forma, a perspectiva iluminista poderá ser, posta em prática no Brasil do século XXI.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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