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#55337
A Constituição Federal de 1988 garante que o direito à saúde de todos os cidadãos é uma lei inviolável e obrigatória. Porém, como todos sabem, hoje, esse pré-requisito democrático não foi totalmente implementado, pois as doenças eliminadas como o sarampo e a rubéola mais uma vez assolaram a sociedade brasileira, prejudicando não só a saúde das pessoas, mas também o sistema de saúde. Nesse caso, é óbvio que a recorrência dessas doenças ainda é inerente à realidade brasileira devido à falta de divulgação de informações e negligência de medidas preventivas.
Inicialmente, vale ressaltar que principalmente o desconhecimento sobre a vacinação é o determinante do problema. Da mesma forma, houve um levante vacinal em 1904, que era uma campanha contra as vacinas anti-varíola obrigatórias - o projeto era uma lei idealizada pelo higienista Oswaldo Cruz e aprovada pelo Congresso. Nesse sentido, é óbvio que os protestantes não entendem a importância das vacinas e o impacto que seu comportamento terá na sociedade, como a disseminação de movimentos antivacinas. Portanto, vale destacar que essa informação tem relevância para lutas como as ações citadas e o retorno de doenças que foram eliminadas em decorrência.
Além disso, deve-se destacar que o descaso com as medidas preventivas exacerbou a gravidade desta situação preocupante. Por exemplo, a dengue é uma doença que existe no Brasil desde o século 19. Foi eliminada do país após uma campanha para erradicar a dengue, mas voltou ao Brasil alguns anos depois. Portanto, percebe-se que, além da falta de conscientização, o pré-risco da higiene básica - que favorece a reprodução de vírus e bactérias - agrava essa situação.
Portanto, é necessária uma ação nacional para conter o retorno de doenças erradicadas. Portanto, o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação usam, em conjunto, recursos governamentais para promover campanhas publicitárias sobre vacinação. Isso deve acontecer em instituições educacionais e ferramentas de informação populares, como televisão, rádio e Internet, para mostrar sua importância ao maior número de pessoas possível e para acabar com as falsas suposições a respeito. Além disso, é importante que eles melhorem as condições sanitárias básicas, realizando inspeções e tratamentos regulares em locais propícios à disseminação de doenças infecciosas. Com isso, o Brasil poderá concretizar o direito constitucional à saúde para todos e evitar campanhas como o levante das vacinas.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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