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#48896
Com o advento do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitário, reconhecem-se os limites impostos na publicidade, com diversas normas e princípios. Contudo, verifica-se que a organização do CONAR não tem competência para aplicar sanções e o referido código não passa de recomendações às publicidades infantis. Em vista disso, atitudes governamentais são necessárias para a resolução desse impasse.

Primeiramente, é importante ressaltar que a abusividade da publicidade surge da má fé nas propagandas. Segundo dados da Associação Brasileira de Licenciamento, 80% dos produtos licenciados são destinados ao público infantil. Ademais, vale lembrar que um produto sem a estampa de algum personagem não detém o interesse da criança. Consequentemente, essa prática incentiva às crianças a criarem uma dependência ao objeto exibido com a promessa de que serão melhores ou bem aceitas, o que ocasiona um estresse aos pais que ficam obrigados a adquirir o item do anúncio. Logo, políticas públicas são necessárias para o combate a abusividade nas propagandas infantis.

Além disso, vale expor também o incentivo a hábitos alimentares não saudáveis, o que acarreta a obesidade infantil. Conforme previsão do Ministério da Saúde, quase metade das crianças serão obesas em 2022. Dessa forma, observa-se que as propagandas de alimentos industrializados - cheios de conservantes e açúcares -, é o que intensifica os casos de obesidade no país e resulta em distúrbios para até a vida adulta da criança, em virtude do sedentarismo e o fast-food. Por isso, é fundamental que haja um supervisionamento da publicidade alimentícia para que a previsão do Ministério da Saúde não se concretize.

Portanto, medidas públicas são essenciais para resolver o problema publicitário. Assim, cabe ao Poder Legislativo, por meio de projeto de lei, sancionar o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitário e definir sanções como multa e pena de detenção para o descumprimento e excesso nas propagandas infantis. Para isso, será preciso a criação de um órgão estatal para exercer o poder de polícia ou delegar essa função à outra entidade, como ao PROCON por exemplo. Dessa maneira, as crianças não serão reféns dos anunciantes e terão uma vida mais saudável, não sendo estatística ao número de casos de obesidade infantil.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 190

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 170

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 170

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#48922
Irei opinar sobre está redação, espero ajudá-la em algo.

Com o advento do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitário, reconhecem-se os limites impostos na publicidade, com diversas normas e princípios. Contudo, verifica-se que a organização do CONAR não tem competência para aplicar sanções e o referido código não passa de recomendações às publicidades infantis. Em vista disso, atitudes governamentais são necessárias para a resolução desse impasse.

Primeiramente, é importante ressaltar que a abusividade da publicidade surge da má-fé nas propagandas. Segundo dados da Associação Brasileira de Licenciamento, 80% dos produtos licenciados são destinados ao público infantil Esse dado comprobatório não parece corroborarar com seu argumento. Ademais, vale lembrar que um produto sem a estampa de algum personagem não detém o interesse da criança. Consequentemente, essa prática incentiva às crianças a criarem uma dependência ao objeto exibido, com a promessa de que serão melhores ou bem aceitas Aceitas por quem? , o que ocasiona um estresse aos pais que ficam são obrigados a adquirir o item do anúncio. Logo, políticas públicas são necessárias para o combate a abusividade nas propagandas infantis.
Eu não consegui identificar nessa argumentação a explicação de como ou por quê da abusividade das propagandas surgirem da má-fé

Além disso, vale expor também O uso do "além disso" torna o uso do "também" desnecessário o incentivo a hábitos alimentares não saudáveis, o que acarreta a obesidade infantil. Conforme previsão do Ministério da Saúde, quase metade das crianças serão obesas em 2022. Dessa forma, observa-se que as propagandas de alimentos industrializados - cheios de conservantes e açúcares -, é o que intensifica os casos de obesidade no país e resulta em distúrbios para até a vida adulta da criança, em virtude do sedentarismo e o fast-food. Por isso, é fundamental que haja um supervisionamento da publicidade alimentícia para que a previsão do Ministério da Saúde não se concretize. Vejo que nessa arguementação você acaba fugindo um pouco do tema "publicidade infantil" ao dar ênfase à publicidade alimentícia. Também não ficou claro como a publicidade infantil causa o sedentarismo nas crianças

Portanto, medidas públicas são essenciais para resolver o problema publicitário. (retoma o tema) Assim, cabe ao Poder Legislativo (Agente), por meio de projeto de lei (meio), sancionar o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitário (ação) e definir sanções como multa e pena de detenção para o descumprimento e excesso nas propagandas infantis detalhamento . Para isso, será preciso a criação de um órgão estatal (ação) para exercer o poder de polícia ou delegar essa função à outra entidade (finalidade), como ao PROCON , por exemplo. Dessa maneira, as crianças não serão reféns dos anunciantes e terão uma vida mais saudável, não sendo estatística ao número de casos de obesidade infantil. (fechamento do texto) Não consegui identificar a finalidade da ação principal na conclusão
#48934
@jherodrigues Entendo, você está corretissima nisso. Eu gastei muito tempo ignorando o espaço das 30 linhas do Enem e tive dificuldade (na verdade ainda estou tendo) pra me adaptar quando imprimi a folha oficial de rascunho do enem. Mas você se acostuma, tem tempo o suficiente.
#48938
Oi! Concordo com que o DavidBRBut falou, então só vou fazer algumas sugestões mesmo e questões pontuais.

Com o advento do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitário (Publicitária), reconhecem-se os limites impostos na publicidade, com diversas normas e princípios. Contudo, verifica-se que a organização do CONAR (1) não tem competência para aplicar sanções e o referido código não passa de recomendações às publicidades infantis. Em vista disso, atitudes governamentais são necessárias para a resolução desse impasse.
(1) Sugiro colocar o nome por extenso também, porque é a primeira vez que esse Conselho foi apresentado aqui.

Primeiramente, é importante ressaltar que a abusividade da publicidade surge da má fé nas propagandas. Segundo dados da Associação Brasileira de Licenciamento, 80% dos produtos licenciados são destinados ao público infantil. Ademais, vale lembrar que um produto sem a estampa de algum personagem não detém o interesse da criança. Consequentemente, essa prática incentiva às [as] crianças a criarem uma dependência ao objeto exibido com a promessa de que serão melhores ou bem aceitas, o que ocasiona um estresse aos pais que ficam obrigados a adquirir o item do anúncio. Logo, políticas públicas são necessárias para o combate a [à] abusividade nas propagandas infantis. ---> O que foi desenvolvido tem relação com o repertório, mas, realmente, isso deveria estar mais trabalhado.

Além disso, vale expor também o incentivo a hábitos alimentares não saudáveis, o que acarreta a obesidade infantil. Conforme previsão do Ministério da Saúde, quase metade das crianças serão obesas em 2022. Dessa forma, observa-se que as propagandas de alimentos industrializados - cheios de conservantes e açúcares -, é o que intensifica os casos de obesidade no país e resulta em distúrbios para até a vida adulta da criança (2), em virtude do sedentarismo e o fast-food. Por isso, é fundamental que haja um supervisionamento da publicidade alimentícia para que a previsão do Ministério da Saúde não se concretize.
(2) Mais uma sugestão: Quando se coloca "até a vida adulta", já dá uma ideia de que aquilo vai acontecer com alguém, que ainda não é adulto. Então, poderia ter usado a palavra "criança" em outro lugar, por exemplo, no final, para especificar e ter um maior foco nesse grupo principalmente em relação as propagandas.
---> Mas não acho que você fugiu do tema, porque foi falado de uma consequência para as crianças por causa da propaganda, então, se atinge essa faixa etária, a propaganda é voltada também para esse grupo. Entretanto, quanto mais claro, melhor o texto fica.


Portanto, [...] ---> Não tenho mais comentários, então é isso ai :)
#48942
@jherodrigues, como já houve correções, não farei. Espero o seu próximo texto. ;)

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