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O filósofo francês Sartre defende que cabe ao ser humano escolher seu modo de agir, pois este seria livre e responsável. No entanto, percebe-se a irresponsabilidade da sociedade no que concerne à questão do aumento do abandono parental. Dessa forma, observa-se a que falta de comprometimento afetivo é um problema que reflete um cenário desafiador, seja em virtude da falta de representatividade política, seja pela quebra no desenvolvimento sadio infantil.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de representatividade política para combater a falta de comprometimento afetivo. Essa situação surge da postura dos representantes políticos que utilizam o Estado como ferramenta de alcance de interesses individuais, mesmo que isso custe o sucateamento de desamparados. Essa conjuntura, segundo a ideia do filósofo Aristóteles, configura-se como uma violação da afeição social: “A política tem como função preservar o afeto entre as pessoas de uma sociedade”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de afetos indispensáveis, como o parental, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a quebra no desenvolvimento sadio como impulsionador de problemas psicológicos infantis pela ausência de comprometimento afetivo no Brasil. Segundo o psicanalista John Bowlby, idealizador da teoria do apego, afirma que a ausência de cuidados maternos ou paterno, conduz à tristeza, raiva, angústia e até o suicídio. Consequentemente, acentuando a taxa de suicídio infantil e adolescente, ou criando cidadãos “fechados” sentimentalmente e improdutivos.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, faz-se necessário, por meio do Congresso Nacional, a legislação de uma lei, que impõe o abandono parental como crime. Também que, por meio do Ministério da Educação, promova palestras para a conscientização da população sobre o abandono. Assim, se consolidará uma sociedade mais afetiva onde o Estado desempenha corretamente sua “afeição social”, tal como afirma Aristóteles.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Oi. Ainda hoje eu tento corrigir sua redaç[…]

Spayke , Oi bom dia, eu como só sou um es[…]

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