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No início desse ano, o Executivo propôs a unificação da cobrança do PIS/Pasep e do Cofins em um novo imposto sobre valor agregado, com o nome de Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS). A nova alíquota iria ser de 12% e os recursos gerados iriam ser usados para políticas públicas, porém também iria encarecer os livros. Apesar da justificativa, leitores denunciaram que a medida só vai agravar a desigualdade social e prejudicar a economia brasileira. Com isso, fica evidente a marca que os problemas relacionados a taxação de livros no Brasil vai deixar na educação, atrasando o país.
Com esses dados, o inacesso proporcionado pela tributação à cultura e informação proveniente dos livros segregam ainda mais a parcela menos favorecida da população que, como dito pela deputada e coautora do pedido para o debate sobre a tributação Fernanda Melchionna, “Famílias com renda inferior a dez salários mínimos respondem por 50% do consumo de livros não didáticos e cerca de 70% dos didáticos. É evidente que devemos ampliar o acesso, e não restringi-lo, como o governo ameaça fazer”. Tendo isso em mente, é claro que a proposta vai fazer o desenvolvimento do país retroceder.
Sabendo disso, é fundamental destacar que quem trabalha como escritor e/ou bibliotecas, sebos e livrarias, etc. são os que serão mais atacados pela reforma tributária financeiramente. Segundo o site Guia do Estudante, “Livros mais caros também resultam na queda de vendas, que por sua vez, enfraquece ainda mais as editoras e as impede de investir em novas publicações”. Por isso, a taxação das obras vai impactar significativamente na economia do Brasil.
Por conseguinte, para impedir a falta de acesso a literatura e a desvalorização de proficionais que trabalham com livros, é preciso a mobilização de autores e consumidores desses bens por meio de postagens e debates nas mídias sociais tais como a #DefendaoLivro para fazer com que o governo saiba o quão indispensável é a literatura é para os brasileiros e que o acesso a ela irá aprimorar o desenvolvimento do Brasil.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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