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Por kakas
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Embora a Constituição Federal de 1988 afirme que todos os cidadãos tenham direito a liberdade de expressão e valorizar suas origens nota-se que essa garantia não acontece adequadamente, pois caminhos ainda precisam ser traçados para promover a diminuição do preconceito linguístico no Brasil. Isso ocorre devido à distinção de classes e desigualdade social. Logo, medidas são necessárias para alterar esse quadro.

Sob esse viés, há de constatar à débil ação governamental, enquanto mantedora do impasse. Nesse sentido, o filósofo ¨Thomas Hobbes¨, em seu livro ¨Leviatã¨, defende a incumbência da entidade do Estado representado por um monstro marinho, em proporcionar meios que visem a harmonia social, mediante ações coletivas entre as autoridades. Todavia, nota-se a escassez de medidas aderidas pela Federação, tais como, aumento de investimento na área da educação e aumento na carga horária da disciplina de língua portuguesa. Destarte, essa negligência representa uma das causas do imbróglio.

Ademais, é preciso considerar a fator grupal. segundo o ilustre filósofo alemão ¨Jurgem Hebermas¨, a razão comunicativa, ou seja, o diálogo, constitui uma etapa fundamental do desenvolvimento social. Nesse ínterim, a falta de estímulo ao debate na mídia, escola e família a respeito do preconceito linguístico, resulta na formação de indivíduos sem pensamento crítico e empatia.

Portanto, é irrefutável a importância da mídia como disseminador de informação e o poder do Estado na resolução do problema. A esse respeito, é de extrema seriedade a ação do Congresso Nacional, na elaboração de uma legislação que promova uma alternativa para combater o preconceito linguístico no Brasil, por meio de reuniões com especialistas em relações sociais, com o fito de mitigar o problema e, futuramente, restaurar o progresso nacional.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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