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#54053
A Declaração Universal dos Direitos Linguísticos prevê que todo indivíduo é livre para exercer sua linguagem de forma indiscriminada. Entretanto, tal preceito é negligenciado no Brasil, visto que pessoas são subjugadas por falarem diferente de outras. Nesse contexto, essa problemática advém do preconceito linguístico enraizado na sociedade brasileira e do desconhecimento da diversidade da língua falada em território nacional.

Por primeiro, o legado histórico da nação brasileira contribui para o impasse persistir. Nesse sentido, o livro "Preconceito Linguístico: o que é, como faz" retrata que, desde o início da civilização brasileira, a forma erudita de fala tornou-se prestigiada e quem não a obedecia era excluído de determinados conjuntos sociais, além de ser alvo de zombarias. Mediante posto, percebe-se que essa discriminação estende-se até a contemporaneidade, visto que a sociedade, erroneamente, ainda aponta como ideal apenas a norma culta de falar, e quem não a atende é menosprezado e vítima de exclusão por outros grupos preconceituosos.

Por segundo, o não conhecimento da variedade linguística corrobora para a continuação do óbice. À vista disso, o filósofo Marquês de Maricá salienta que a supervalorização de algo é produto do desprezo dos semelhantes desse algo. Análogo à essa síntese, verifica-se que a população brasileira, apesar de possuir diversas modalidades de comunicação verbal, enalteceu tanto o modelo de oratória culta, que essa operação culminou numa depreciação às diversas outras maneiras de se exercer a atividade de conversação, por parte dos desinformados, pois não conhecem e nem respeitam a linguagem do outrem como deveriam.

Infere-se, com efeito, a necessidade de sanar tais empecilhos. Assim sendo, é de incumbência do Ministério da Educação reformar a grade curricular de ensino, dando mais ênfase à pluralidade falatório no âmbito nacional. Além disso, o Conselho Nacional de Educação deve evocar comissões para criar um projeto que deverá ser desenvolvido nas escolas e em sociedade, levando para essas, através de palestras e de materiais didáticos, o conhecimento sobre a riqueza linguística que há no Brasil e desmistificando o conceito de oratória "ideal". Ademais, cabe ao Ministério da Cultura criar núcleos culturais que valorizem e demonstrem as disparidades da língua portuguesa ao seu público, com o propósito de convencê-lo sobre as inúmeras modos de expressar a oralidade. Destarte, assumindo tais medidas pode-se atenuar o impasse e conviver numa sociedade cuja as variáveis linguísticas sejam respeitadas reciprocamente.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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