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#56375
A Semana da Arte Moderna foi um movimento brasileiro que ocorreu de 11 a 18 de fevereiro do ano de 1922, dando início à primeira fase do Modernismo. Tal período teve como principal característica o rompimento com o academicismo, houve a valorização da linguagem popular, livre de regras gramaticais. Entretanto, notou-se uma espantosa e negativa reação por parte da população por haver o rompimento com os paradigmas da época. Desse modo, apesar de tal revolucionário movimento, é notório até os dias atuais um conservadorismo incrustado na sociedade com relação a aceitação de diferentes formas de expressão de pensamentos e emoções. Nesse sentido, têm-se como base para a existência de tal intolerância fatores que variam desde o preconceito linguístico regional até a padronização de uma única linguagem em meios de ensino no Brasil. Assim, é necessário a análise de tais fatores a fim de se atenuar a problemática.
Em primeiro lugar, cabe destacar o preconceito com relação aos distintos sotaques brasileiros como alastrador do impasse. Em suma, desde o ciclo do café no século XX, percebe-se uma centralização economica na região sudeste, com isso, grandes investimentos em variados setores se tornam usuais, incluindo nas áreas da cinematografia e arte. Nesse sentido, como há a disseminação de tais ramos da cultura na maior parte das mídias do Brasil, os sotaques de tal região - como o carioca, paulista e mineiro - são vistos como o padrão da linguagem. Por consequência, observa-se uma inferiorização com relação às demais pronúncias de outros estados, pelo fato de não serem, na maioria das vezes, representadas em peças e obras por exemplo. Logo, percebe-se a mudança na forma da fala de muitos provenientes de outras localidades - por serem induzidos a pensar de maneira equivocada sobre seus sotaques serem errôneos - ocasionada por tal disseminação de seletos modos de se expressar a língua portuguesa.
Em segundo lugar, é válido ressaltar a imposição da linguagem culta como norma padrão em meios de ensino do país como alastrador do impasse. Em síntese, por uma questão cultural, percebe-se que dentro de escolas e universidades é implantada uma linguagem mais rebuscada. Assim, membros de classes mais necessitadas - pelo seu limitado acesso à educação - tendem a dominar apenas as variantes linguísticas mais informais, como a linguagem coloquial. Por consequência, graças a padronização de uma única forma de expressar a língua portuguesa em tais instituições, gera na população uma visão deturpada sobre as demais variações da língua. Mediante a tal fato, ocorre no mercado de trabalho uma seleção profissional favorável aos dominantes da linguagem culta. Com isso, pessoas com menos condições tendem a proporcionar a seus descendentes apenas as mesmas oportunidades que tiveram, dificultando a mudança do modo de vida de pessoas de origem mais humilde.
Portanto, é necessário a tomada de medidas com intuito de solucionar a problemática. Para isso, as grandes mídias necessitam dar um fim a esteriotipagem do sotaque da região sudeste, com a instauração de mais espaços às diferentes formas de pronúncia que não de tal região, seja com a criação de mais personagens provenientes de outros estados em novelas e filmes, ou até mesmo dando voz a mais cantores de outras localidades, para que o sotaques das demais regiôes não sejam vistos como exóticos, mas sim, apenas diferentes formas de expressar o português. Ademais, o Ministério da Educação deve, a fim de acabar com a supervalorização da linguagem culta, implementar aulas de Linguística nas escolas brasileiras, com o intuito de, desde a juventude, mostrar a rica diversidade da língua portuguesa como parte da nação. Possivelmente assim, a população entenda que não é por ser diferente da linguagem culta ou dos sotaques do sudeste que outras formas de se comunicar sejam errôneas. Então, com a normalização de todas as formas de expressão, cessem majoritariamente os casos de preconceito linguístico no Brasil.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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