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Por dudasousa4
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#118329
  • Em meados do século XX, o escritor austríaco Stefan Zweig mudou-se para o Brasil devido à perseguição nazista na Europa. Bem recebido e impressionado com o potencial da nova casa, Zweig escreveu um livro ufanista cujo título é até hoje repetido: “Brasil, país do futuro”. Entretanto, quando se observa a deficiência de medidas contra o preconceito linguístico e a exclusão social, verifica-se que essa profecia é constatada na teoria e não desejavelmente, na prática. Dessa maneira, é evidente que a problemática se desenvolve não somente devido à lacuna educacional, mas também, pela formação familiar.
    Mormente, ao analisar o preconceito linguístico e a exclusão social por um prisma educacional, nota-se forte influência desse fator na problemática. Para Kant, o ser humano é resultado da educação que teve. Nessa perspectiva, pode-se observar que as escolas não têm cumprido seu papel de reverter o problema, já que, se há uma falha social, há como base uma lacuna educacional. Quando não é abordado dentro das salas de aula, a importância de combater a problemática, o ambiente escolar se torna propício para que aconteçam episódios de preconceito linguístico e a exclusão social.
    Outro ponto relevante, nessa temática, é a formação familiar. Nesse sentido, o sociólogo Talcott Parsons defende que a família é uma máquina que produz personalidades humanas. Isso justifica a problemática do preconceito linguístico e a exclusão social, apresentando como um pensamento passado de geração em geração, uma vez que existe a cultura enraizada do “falar correto” e o “falar errado”. Dificultando o extermínio por forças externas, já que o problema encontra-se dentro das casas da população brasileira, estendendo-se por uma longa linha do tempo.
    É necessário, portanto, que ações sejam desenvolvidas para a promoção de meios contra o preconceito linguístico e a exclusão social. Assim especialistas no assunto, com o apoio das escolas devem desenvolver modos que revertam a má influência da formação familiar sobre a questão. Tais ações devem ocorrer nas escolas, através de reuniões com alunos e familiares, com o objetivo de alertar sobre as consequências do assunto. É possível, também, criar uma “Hashtag” para dar visibilidade a campanha de conscientização nas redes sociais, podendo ser compartilhada na comunidade. Assim, pode-se diminuir a médio e longo prazo o impacto nocivo do preconceito linguístico e a exclusão social ,assim, a profecia de Zweig será solidificada no Brasil.
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COMPETÊNCIA 1: Demonstrar domínio da norma da língua escrita.
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COMPETÊNCIA 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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A Constituição Federal de 1988 assegura a todos os[…]

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alguém poderia por favor corrigi-la? @Lauany25 @M[…]

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