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A constituição brasileira de 1988 assegura a erradicação da pobreza e marginalização, entretanto, a realidade dos brasileiros desde a promulgação do artigo a 33 anos atrás é contraditória. É notável uma certa melhoria em abordagens sociais no Brasil nesse período, porém, analisando a pirâmide social atual, percebe-se que a classe baixa sempre está vulnerável e classificada a conviver com a permanência do desemprego e moradia precária. Decerto, a busca de uma intervenção a essa desigualdade social deve ser promovida, para assim, todos usufruírem de benefícios básicos.
A falta de ofertas de empregos afeta grande parte da população, em geral, os mais pobres. Isso ocorre devido o nível de escolaridade ser por muitas vezes baixo, o que dificulta a aquisição de uma colocação, bem como o preconceito racial, já que de acordo com o IBGE, cerca de 75% da classe baixa é negra. Como consequência, essa parcela de brasileiros vivenciam apuros severos, como falta de alimento e água potável, pois a principal fonte de renda é o salário proveniente do trabalho.
Com isso, entende-se que a moradia precária é o produto final que complementa tal situação de desfavorecimento. Os únicos locais que podem proporcionar fácil acesso a esses indivíduos a construção de uma residência, são as favelas ou áreas de risco, por possuírem menor custo benefício. A questão que levanta-se é a infraestrutura e localidade desses abrigos, uma vez que colocam em perigo a integridade de quem os habitam, os expondo a violência, desabamentos e inundações.
Portanto, é necessário impor ações efetivas para apaziguar a problemática da desigualdade existente no Brasil. Cabe ao Governo Federal criar um programa social de construção de moradia segura para aqueles que vivem em regiões severamente arriscadas, evitando acidentes e até mesmo mortes, assim como a mídia pode estimular campanhas que visam a integração em vagas de emprego aos mais necessitados de acordo com suas limitações, facilitando a busca e a aprovação em cargos.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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