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  Segundo a Constituição Federal  estabelecida em 1988,  é dever do Estado o incentivo de ações que visem o esporte  como parte do lazer dos indivíduos. Todavia, no contexto brasileiro atual, o esporte paralímpico tido como mudanças de vida e interações grupais é um tema que não pode ser silenciado, haja visto a harmonia coletiva. Dessa forma, tais fatores sucedem não só por falhas ações estatais, como pelo preconceito vigente.

       Sob essa perspectiva, vale ressaltar que a escassez de recursos políticos, é uma das notórias causas do revés. Com isso, segundo o pensador Sócrates, uma das grandes habilidades a formação do ser humano está inclusa no esporte. Dessa maneira,  é evidente que a carência de recursos que visem o melhor deslocar e segurança aos atletas paralímpicos tornam-se fragilizadas por exercícios governamentais não postos em práticas.  Dessarte,é inaceitável que em pleno século XXI a comodidade destes esportistas ainda não estabeleça a superação dos limites e independência dos mesmos.

         Outrossim, a intolerância  vivenciada atualmente é tida como mais um entrave relativo ao assunto. Nesse sentido, conforme afirmou o físico Albert Einstein,  “ é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito “. Logo, torna-se evidente que a discriminação feita por parte da população para com estes esportistas, acarreta na fragilidade destes indivíduos em superar seus desafios e busca por manterem maiores relações sociais. A vista isso, é certo que enquanto nada for feito a problemática permanecerá viva no Brasil.

         Diante do exposto, fica evidente que medidas para uma superior  inclusão social no esporte paralímpico  devem ser postas em práticas. Com isso, Estado, órgão de maior posição organizadora, deve implementar maiores acessibilidades aos atletas paralímpicos, por meio de melhores infraestruturas nos jogos, como isenção de rampas e pisos tátil, com a finalidade de garantir a segurança e contentamento desses cidadãos. Além disso, o Ministério da Educação (MEC), deve promover campanhas através das mídias televisas e jornalísticas, com o intuito de formar cidadãos mais tolerantes e conscientes do preconceito estendido. Feito isso, a lei imposta pela Constituição Federal será legalmente posta em prática.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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