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#38100
A partir da promulgação da Constituição Federal de 88, a saúde passou a ser um direito de todos os cidadãos brasileiros, sendo um dever do Estado garanti-la. Entretanto o cumprimento dessa máxima vem se tornando cada dia menos efetivo. Hodiernamente, a dificuldade em estender saúde de qualidade à população deve-se aos inúmeros problemas vinculados à saúde pública na sociedade brasileira, os quais são reflexo do cenário político e econômico do país.
Em primeiro plano, a falta de investimentos suficientes para suprir a demanda nacional colabora para a precarização do sistema de saúde. Ainda há, no Brasil, municípios – principalmente periféricos – que não possuem nenhum suporte hospitalar para seus habitantes, que acabam tendo que buscar o auxílio necessário em instituições de cidades vizinhas. Essas, por vezes, não possuem infraestrutura ou mesmo materiais o bastante para atender tal contingente, acarretando longas filas de espera, ausência de leitos e medicamentos e a superlotação do sistema de hospitais e unidades básicas de saúde.
Paralelamente, a má gestão dos recursos públicos acentua o quadro declinante da saúde do estado. Tornou-se ,infelizmente, cotidiano a mídia noticiar casos de desvio de verba destinada à aplicação no setor público de saúde. Cenas como essa corroboram o descaso político com os direitos dos indivíduos e a fiscalização frouxa das contas públicas. Em virtude desses fatos, a saúde pública permanece estagnada, sem nenhuma evolução, pelo contrário, com o passar dos anos só se deteriora cada vez mais.
Portanto, são imprescindíveis mudanças no panorama da saúde pública no Brasil. O Governo Federal deve retificar a porcentagem de verbas destinadas ao setor de acordo com a necessidade e repassar ao Ministério da Saúde que, por sua vez, deve mapear os municípios com maior déficit e distribuir os investimentos de maneira equânime. Ademais, a Controladoria-Geral da União deve promover uma fiscalização mais austera sobre a aplicação desses recursos por meio do Ministério Público Federal. Dessa maneira, espera-se que os problemas da saúde pública, no Brasil, sejam mitigados, a fim de que a Constituição Federal seja efetivada.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#38104
A partir da promulgação da Constituição Federal de 88, a saúde passou a ser um direito de todos os cidadãos brasileiros, sendo um dever do Estado garanti-la. Entretanto, o cumprimento dessa máxima vem se tornando cada dia menos efetivo. Hodiernamente, a dificuldade em estender saúde de qualidade à população deve-se aos inúmeros problemas vinculados à saúde pública na sociedade brasileira, os quais são reflexo do cenário político e econômico do país.

Em primeiro plano, a falta de investimentos suficientes para suprir a demanda nacional colabora para a precarização do sistema de saúde. Ainda há, no Brasil, municípios – principalmente periféricos – que não possuem nenhum suporte hospitalar para seus habitantes, que acabam recorrendo a buscar o auxílio necessário em instituições de cidades vizinhas. Essas, por vezes, não possuem infraestrutura ou mesmo materiais o bastante para atender tal contingente, acarretando longas filas de espera, ausência de leitos e medicamentos e a superlotação do sistema de hospitais e unidades básicas de saúde.

Paralelamente, a má gestão dos recursos públicos acentua o quadro declinante da saúde do Estado. Tornou-se, infelizmente, cotidiano a mídia noticiar casos de desvio de verba destinada à aplicação no setor público de saúde. Cenas como essa corroboram o descaso político com os direitos dos indivíduos e a fiscalização frouxa das contas públicas. Em virtude desses, fatos a saúde pública permanece estagnada, sem nenhuma evolução – pelo contrário – com o decorimento dos anos só se deteriora cada vez mais.

Portanto, são imprescindíveis mudanças no panorama da saúde pública no Brasil. O Governo Federal deve retificar a porcentagem de verbas destinadas ao setor de acordo com a necessidade e repassar ao Ministério da Saúde que, por sua vez, deve mapear os municípios com maior déficit e distribuir os investimentos de maneira equânime. Ademais, a Controladoria-Geral da União deve promover uma fiscalização mais austera sobre a aplicação desses recursos por meio do Ministério Público Federal. Dessa maneira, espera-se que os problemas da saúde pública – no Brasil – sejam mitigados, a fim de que a Constituição Federal seja cumprida efetivamente.
#38105
A partir da promulgação da Constituição Federal de 88, a saúde passou a ser um direito de todos os cidadãos brasileiros, sendo um dever do Estado garanti-la. Entretanto, o cumprimento dessa máxima vem se tornando cada dia menos efetivo. Hodiernamente, a dificuldade em estender saúde de qualidade à população deve-se aos inúmeros problemas vinculados à saúde pública na sociedade brasileira, os quais são reflexo do cenário político e econômico do país.

Em primeiro plano, a falta de investimentos suficientes para suprir a demanda nacional colabora para a precarização do sistema de saúde. Ainda há, no Brasil, municípios – principalmente periféricos – que não possuem nenhum suporte hospitalar para seus habitantes, que acabam recorrendo a buscar o auxílio necessário em instituições de cidades vizinhas. Essas, por vezes, não possuem infraestrutura ou mesmo materiais o bastante para atender tal contingente, acarretando longas filas de espera, ausência de leitos e medicamentos e a superlotação do sistema de hospitais e unidades básicas de saúde.

Paralelamente, a má gestão dos recursos públicos acentua o quadro declinante da saúde do Estado. Tornou-se, infelizmente, cotidiano a mídia noticiar casos de desvio de verba destinada à aplicação no setor público de saúde. Cenas como essa corroboram o descaso político com os direitos dos indivíduos e a fiscalização frouxa das contas públicas. Em virtude desses fatos, a saúde pública permanece estagnada, sem nenhuma evolução – pelo contrário – com o decorimento dos anos só se deteriora cada vez mais.

Portanto, são imprescindíveis mudanças no panorama da saúde pública no Brasil. O Governo Federal deve retificar a porcentagem de verbas destinadas ao setor de acordo com a necessidade e repassar ao Ministério da Saúde que, por sua vez, deve mapear os municípios com maior déficit e distribuir os investimentos de maneira equânime. Ademais, a Controladoria-Geral da União deve promover uma fiscalização mais austera sobre a aplicação desses recursos por meio do Ministério Público Federal. Dessa maneira, espera-se que os problemas da saúde pública – no Brasil – sejam mitigados, a fim de que a Constituição Federal seja cumprida efetivamente.
#38169
@Maysafs, vou corrigir, mas espero seu retorno!

Introdução:
A partir da promulgação da Constituição Federal de 88, a saúde passou a ser um direito de todos os cidadãos brasileiros, sendo um dever do Estado garanti-la. Entretanto, o cumprimento dessa máxima vem se tornando cada dia menos efetivo. Hodiernamente, a dificuldade em estender [1] saúde de qualidade à população deve-se aos inúmeros problemas vinculados à saúde pública na sociedade brasileira, os quais são reflexo do cenário político e econômico do país.

[1] Uso do artigo definido "a".

Comentário: Você citou outra área do conhecimento para embasar sua introdução.

Desenvolvimento 1:
Em primeiro plano, a falta de investimentos suficientes para suprir a demanda nacional colabora para a precarização do sistema de saúde. Ainda há, no Brasil, municípios – principalmente periféricos – que não possuem nenhum suporte hospitalar para seus habitantes, que acabam recorrendo a buscar[2] o auxílio necessário em instituições de cidades vizinhas. Essas, por vezes, não possuem infraestrutura ou mesmo materiais o bastante para atender tal contingente, acarretando longas filas de espera, ausência de leitos e medicamentos e a superlotação do sistema de hospitais e unidades básicas de saúde.

[2] Você utiliza três verbos. Assim, deve optar por: "acabam recorrendo ao auxílio ou acabam buscando auxílio".

Paralelamente, a má gestão dos recursos públicos acentua o quadro declinante da saúde do Estado. Tornou-se, infelizmente, cotidiano a mídia noticiar casos de desvio de verba destinada à aplicação no setor público de saúde. Cenas como essa corroboram o descaso político com os direitos dos indivíduos e a fiscalização frouxa [3] das contas públicas. Em virtude desses fatos, a saúde pública permanece estagnada, sem nenhuma evolução – pelo contrário – com o decorrimento [4] dos anos só se deteriora cada vez mais.

[3] Sentido figurado.
[4] A palavra "decorrimento" não existe no dicionário. Substitua pela expressão "no decorrer".

Conclusão:
Portanto, são imprescindíveis mudanças no panorama da saúde pública no Brasil. O Governo Federal deve retificar a porcentagem de verbas destinadas ao setor, de acordo com a necessidade, [5] e repassar ao Ministério da Saúde que, por sua vez, deve mapear os municípios com maior déficit e distribuir os investimentos de maneira equânime. Ademais, a Controladoria-Geral da União deve promover uma fiscalização mais austera sobre a aplicação desses recursos por meio do Ministério Público Federal. Dessa maneira, espera-se que os problemas da saúde pública – no Brasil – sejam mitigados, a fim de que a Constituição Federal seja cumprida efetivamente.

[5] Quando fizer o deslocamento da ordem direta da oração, deve-se separar por vírgula. O período na ordem direta ficaria assim: "O Governo Federal deve retificar a porcentagem de verbas de acordo com a necessidade destinadas ao setor..."

Comentário: Você escreve muito bem, além do domínio da língua escrita. Apresenta diversificação de conectores. Em relação à argumentação, você poderia mencionar a criação de diversos programas do Governo Federal, como "Programa Mais Médicos" e a criação da "UPA's". As unidades de pronto atendimento foram criadas com a finalidade de ampliar o Sistema Único de Saúde e compor a rede de atendimento à atenção básica de saúde.

Espero ter ajudado...

Qualquer coisa, estou à disposição.
#38204
@Maysafs, você elabora uma proposta de intervenção de forma mediana. O SUS funciona com colaboração de percentuais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Sendo assim, poderia propor um projeto de lei para estabelecer um aumento da participação de cada ente federativo, principalmente a da União. Por outro lado, essa proposta vai de encontro à PEC 95/2016, na qual os gastos destinados à saúde foram reduzidos progressivamente a partir de 2017.
Eu não tenho propriedade para falar do Sistema Único de Saúde (SUS). Então, sugiro que faça uma pesquisar sobre o tema antes de escrever, pois você terá dados concretos. Assim, poderá comprovar o déficit de recursos na área da saúde.

Espero que compreenda!

Obrigada pelo questionamento, é importante para mim.

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