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A série, “The Good Doctor”, desenvolvida pelo roteirista canadense, David Shore, em curtos espaços de tempo, apresenta um personagem, como paciente, que pratica automedicação e, como resultado, sofre diversos transtornos. Em consonância com a realidade do intérprete, o Brasil é o país com o maior índice de automedicação, e, mesmo com a rápida progressão da saúde, não adveio redução volumosa. Nesse contexto, conclui-se que os inúmeros casos de intoxicação e uso negligente de fármacos permanecem. Desse modo, é impreterível que esse cenário complexo seja resolvido, em virtude dos riscos ocasionados pela prática.
A priori, vale evidenciar a debilidade e o labiríntico acesso à saúde pública, que se revela ineficaz quando, eventualmente, é concedido. Segundo o CFM (Conselho Federal de Medicina), aproximadamente 90% dos cidadãos brasileiros rotulam o SUS como inepto. Isso decorre da ausência de profissionais capacitados, como enfermeiros e assistentes sociais, no que tange um atendimento apropriado. À vista disso, os indivíduos anulam as possibilidades de procurar apoio qualificado e se submetem à viabilidade da tranquilidade instantânea. Destarte, a necessidade de uma solução para tal balbúrdia é incontestável.
A posteriori, observa-se a venda de medicamentos, com a contribuição de propagandas estratégicas, como propulsoras dessa celeuma. Conforme a frase, “Nada é tão perigoso para aprisionar a inteligência do que aceitar passivamente as informações.”, do escritor e psiquiatra, Augusto Cury, é possível captar a alienação em massa acerca dessa conjuntura. A comercialização de recursos médicos em grande escala se dá pelo graúdo investimento nesse âmbito e a notória aptidão persuasiva. Consequentemente, os indivíduos, desinformados ou incertos quanto as complicações, se dão por convencidos perante tal excerto. Nesse contexto, é indubitável que essa atividade imprudente carece cessação.
Portanto, projetos operacionais são de suma importância para a resolução dos obstáculos. Para isso, o Ministério da Saúde, por intermédio da mídia, deve propagar cognição no que concerne a problemática supracitada, além de disponibilizar verbas destinadas aos centros públicos de saúde, visando empregar maior quantidade de profissionais especializados, preenchendo os cargos pendentes e desempenhando suporte adequado à população. Assim, a alienação coletiva será evitada, e o auxílio ao cidadão irá mostrar-se competente.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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cassiahso ; LariLuiz Oiii Vou corrigir sua[…]

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