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Automedicação consiste no ato de ingerir medicamentos, sem acompanhamento ou prescrição médica, tendo em vista, o alívio imediato de sintomas recorrentes, porém, essa atitude pode desenvolver o efeito reverso, e ser prejudicial à saúde do indivíduo. Nesse contexto, torna-se evidente a necessidade de conscientizar a população a respeito da automedicação, e da venda de remédios sem receita, que ocorre em razão da falta de fiscalização nas farmácias, e pode acarretar problemas como hipocondria, e dependência.
Primeiramente, cabe destacar que anticoncepcionais, analgésicos, descongestionantes nasais, anti inflamatórios e alguns antibióticos, são os medicamentos de maior uso pela população brasileira. E podem ser adquiridos na farmácia sem nenhuma dificuldade. Infelizmente, muitos brasileiros tem o costume imprudente, de tirar proveito de relações pessoais, para conseguir produtos ou serviços de maneira mais fácil, e essa atitude se aplica também à compra de medicamentos. Além disso, muitos farmacêuticos, trabalham em várias farmácias para aumentar seu ganho salarial, e não atuam de maneira eficaz nas orientações necessárias, devido à sobrecarga, em casos mais graves, esse profissional só está presente nas assinaturas dos formulários, esses fatores contribuem para a venda indiscriminada de medicamentos.
Sob a perspectiva do médico revolucionário do século XV, Paracelso, todas as substâncias são venenosas, a dose certa que diferencia o veneno, do remédio. Este pensamento permite deduzir que praticar automedicação sem os conhecimentos fundamentais para isso, e em doses descontroladas, pode ser deletério a quem está ingerindo, tal que, gere problemas como hipocondria, que consiste no uso exacerbado de medicamentos pelo indivíduo por achar que sempre está doente, ou dependência química, no qual o organismo se acostuma com a medicação, e apresenta sintomas de abstinência quando as doses são cessadas.
Dado ao exposto, cabe ao ministério da saúde, em conjunto com o conselho de farmacovigilância, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), intensificar a fiscalização nas farmácias por meio de um sistema de cadastro, que comprove a presença da receita, e só gere a nota fiscal com o código presente na mesma, somado à visitas semanais, para verificar a atuação regular dos farmacêuticos, a fim de diminuir o número de medicamentos vendidos sem prescrição médica, desse modo, será possível guiar a sociedade civil no caminho do consumo consciente de remédios.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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