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#56671
Joseph Murray foi o médico estadunidense vencedor do Prêmio Nobel de Medicina em 1990 após ter realizado o primeiro transplante de órgãos humanos no mundo, em 1954. No contraste com a realidade brasileira, o quadro atual ainda enfrenta empecilhos para o aumento da doação de órgãos, seja pelo desconhecimento das famílias ou pela falta de estrutura para a realização desse procedimento.
Em primeiro plano, é necessário apontar a desinformação dos familiares acerca da doação de órgãos como um empecilho para a execução desse procedimento. Dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos apontam que, no ano de 2018, 43% das famílias recusaram o transplante nos pacientes, mesmo após a comprovação da morte encefálica. Ainda que existam diversos protocolos rigorosos para a realização desse procedimento, muitas famílias não compreendem o que de fato seria uma morte cerebral, ou simplesmente, acreditam que o paciente cujos órgãos serão removidos ficará com a aparência deformada, impossibilitando assim, a realização de possíveis rituais fúnebres.
Ademais, grande parte dos hospitais públicos brasileiros possuem estruturas precárias, o que contribui de certa forma para a negativa das famílias. Infelizmente, o Brasil ainda apresenta uma população desprovida de conhecimento, que nutre certa desconfiança em relação ao funcionamento do sistema público de saúde, devido aos seus problemas ignorados ao longo do tempo. Hoje, as condições desfavoráveis de atendimento, como a superlotação, escassez de profissionais e a falta de humanização nos tratamentos, são responsáveis pela perpetuação de ideais que vão contra os pacientes necessitados.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para o aumento do número de doações de órgãos no Brasil. Cabe ao Ministério da Saúde, entidade responsável pela garantia da saúde para os brasileiros, a criação de projetos que incentivem a doação e expliquem os protocolos para a sua realização, por meio de campanhas na mídia, com relatos de pacientes que foram beneficiados com esses procedimentos, a fim de induzir as famílias a contribuir com essa campanha. Desse modo, será possível estabelecer uma vida com qualidade para os pacientes receptores.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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_zigmunt Baumam, sociólogo e filósof[…]

A desigualdade entre as regiões brasileiras[…]

GabiNatali você poderia corrigir? 🙋🏼‍♀[…]

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