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#56271
O Brasil vive uma crise em relação à doação de órgãos em toda a sua sociedade. Apesar de a doação poder salvar diversas vidas, muitas pessoas continuam se negando a aderir ao método de adoção, já que existem alguns conceitos que são desconhecidos pelas pessoas, como a questão da morte encefálica. Motivados pelas emoções, os familiares acabam não permitindo que os órgãos sejam tirados por terem a esperança de que o parente ainda está vivo. Não há, além disso, campanhas que esclareçam à população como a doação de órgãos acontece e quais são os requisitos.

De começo, de acordo com a ABTO, de 6 mil pessoas que tiveram morte cerebral (em 2012), somente 1.800 se tornaram doadoras, ou seja, ainda existe uma aderência muito baixa por conta de parentes que negam e desconhecem os requisitos de doação. Por se tratar de uma situação muito delicada e que poucas famílias discutem, na hora em que o parente falece, a primeira reação é negar a doação. Isso acontece, também, por conta de uma abordagem pouco efetiva das campanhas, pois, se o assunto não surge espontaneamento dentro dos lares brasileiros, é dever do Estado proporcionar esse debate nos mais variados âmbitos sociais.

Um exemplo disso é que não observamos frequentemente cartazes nos ônibus e metrôs sobre o assunto e nem propagandas nos canais de televisão abertos para informar a população que tem menos acesso a instrução. Outro ponto é que, mesmo dentro das escolas o assunto não tem relevancia e fica esquecido. A pauta, portanto, na hora em que a família tem que discutir o assunto se torna um choque emocional que leva á negação. Com isso, muitas pessoas acabam alongando sua estadia na fila de espera para transplantes e correm risco de vida, vindo ate a obito.

Por isso, para combater a desinformação que vem da falta de medidas, o governo deve investir mais em campanhas que sejam feitas nas escolas, nos metrôs, ônibus e locais públicos, na televisão e nos meios de comunicação com o intuito claro de fazer com que as pessoas passem a ser mais abertas à ideia de doação de órgãos, salvando diversas vidas quando a hora chegar. Como disse o filófoso Immanuel Kant: “O homem é aquilo que a educação faz dele”. Assim, a problemática será praticamente resolvida no Brasil e as pessoas viverão mellhor e mais informadas sobre assuntos que são realmente relavantes a todos.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Boa tarde, vou colocar aqui os pontos q eu acho q[…]

Ficaria muito feliz se pudessem corrigir a minha r[…]

jherodrigues Olá, pode corrigir minha re[…]

"O homem é aquilo que a educaç&[…]

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