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O filme “um olhar do paraíso” narra a história de Susie Salmon, uma menina de 14 anos que foi estuprada e morta de forma brutal pelo seu vizinho. Infelizmente, não tão distante das telas, essa problemática persiste em está presente na vida de diversas crianças e adolescentes. Baseando-se nisso, compreende-se que é imprescindível que haja uma intervenção governamental para a redução desse impasse.
Em primeiro lugar convém ressaltar que a exposição de violência infantil acontece de forma grave onde na maioria das vezes as vítimas são submetidas aos riscos à saúde corporal e psicológica. Somando a isso, de acordo com o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele; logo, ao crescer em um ambiente onde atos violentos são vistos como normais, a criança torna-se suscetível a ser uma agressora no futuro, o que impulsiona esses atos na sociedade.
É perceptível no contexto pandêmico atual que devido ao isolamento social, o número de casos envolvendo violência para com crianças e adolescentes causadas por familiares tem tido um percentual devidamente elevado, haja vista que as mesmas não podem sair para sinalizar que precisam de ajuda. O psiquiatra Marco Gama afirmou que não só o número de óbitos por maus-tratos é grande, mas também o de sequelados, envolvendo sequelas físicas, de retardo do desenvolvimento físico, psíquico e cognitivo. “Tem criança que não consegue ter bom nível de aprendizado devido à violência que sofreu. É um processo gigantesco que acontece todos os dias”.
Diante do exposto, é necessária para o combate a tal adversidade que o Estatuto da Criança e do Adolescente, em parceria com a mídia, realizem a promoção de campanhas que incentivem a realização de denúncias a fim de que esses crimes sejam punidos e minimizados. Ademais é fundamental que as escolas com o apoio de prefeituras disponibilizem profissionais capacitados para o acompanhamento psicológico de forma gratuita no âmbito educacional e em postos de saúde. Desse modo, a integridade e os direitos infantis serão mais respeitados.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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JoaoPedro72 Higorvaz geoca obrigada pelas co[…]

Pessoal, podem me ajudar corrigindo e pontuando? A[…]

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