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Por Viviane45
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 No discurso feito durante a promulgação da Constituição Federal de 1988, o deputado federal Ulysses Guimarães ressaltou a importância da Carta Magna para assegurar à população os seus direitos, como a igualdade. Contudo, no cenário atual, percebe-se a deturpação das premissas constitucionais, quando se observa os impactos do racismo estrutural no Brasil. Logo, surgem como causas a desigualdade social e a negligência governamental.
Diante desse cenário, ressalta-se a disparidade econômica como influente na manutenção da segregação racial. A esse respeito, o escritor Ariano Suassuna defende a existência de uma injustiça secular capaz de dividir a nação brasiliana em duas vertentes: a dos favorecidos e a dos despossuídos. Sob essa lógica, a parcela populacional que se encontra no grupo desfavorecido não é detentora de poder aquisitivo que permita o completo desenvolvimento cognitivo, social e pessoal, o que, por fim, corrobora para distinção entre as raças e a supremacia das classes dominantes. Dessa forma, necessita-se de meios que amenizem a situação da população vítima da desigualdade secular.
Ademais, é importante destacar a exingua execução das leis existentes nos estigmas associados ao racismo estrutural no Brasil. Para tanto faz-se oportuno rememorar a obra "O cidadão de Papel" de Gilberto Dimenstein, a qual aborda a ideia de que as normas presentes nos documentos nacionais nem sempre são cumpridas. Nesse sentido, apesar de a Constituição Federal de 1988 garantir o direito à dignidade, observa-se, no país, uma falha na aplicação desse princípio constitucional, dado que a falta de apoio estatal fomenta consequentemente, uma grave conjuntura de disseminação dos estereótipos associados à cor da pele. Dessa forma, não é justo a inaplicabilidade da Lei Maior     
protagoniza a manifestação das consequências geradas pelo racismo na população Canarinha.
Dessarte, torna-se imprescindível o combate efetivo à disparidade racial no Brasil. Portanto, o governo federal - como instância máxima de administração executiva deve criar, por meio de verbas governamentais, programas que viabilizem essa parcela marginalizada, com fito de cessar a inércia estatal. Essa iniciativa deve ofertar igualdade aos cidadãos. Além disso, o mesmo órgão deverá informar a sociedade sobre esse problema mediante seus portais de comunicação. Com efeito, espera-se a consolidação do desenvolvimento nacional elencado na Carta Magna.
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