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#58602
No livro, o sol brilha para todos, da autora Harper Lee, relata uma situação que ocorre numa aula para alunos do ensino fundamental, em que um aluno do campo é julgado depreciativamente por seus colegas pelo modo que fala. Embora seja uma narrativa ficcional, essa é a realidade de muitos brasileiros que, em decorrência da construção histórica-social do Brasil, utilizam diversas variantes da língua que não obedecem a norma padrão do português. Diante desse cenário, surgem impactos negativos como a segregação social e a preocupante agressão psicológica.
Em primeiro plano, de acordo com o filósofo alemão, Immanuel Kant, “o homem é aquilo que educação faz dele”. Nas escolas do Brasil, os materiais didáticos como também os professores de língua portuguesa, ensinam que o falar caipira, baiano e etc é a forma errada do português, pois esses grupos omitem algumas letras das palavras originais ou trocam outros fonemas no momento de pronunciar os vocábulos, não obedecendo assim, a norma padrão da linguagem. Porém, é dever das instituições de ensino apresentar ao aluno a norma padrão da língua sem oprimir a rica diversidade da mesma. Partindo dessa perspectiva, a segregação social acarretada pelo certo ou errado da fala, acontece desde o primeiro contato com a escola.
Outrossim, O direito à liberdade de expressão está previsto na Constituição Federal de 1988, é um direito ligado à natureza humana na forma de se relacionar com a sociedade. Os indivíduos que vivem em outras regiões do país ou não tiveram acesso a uma educação de qualidade falam, por conseguinte, de uma forma diferente, e por esse simples fato, sofrem preconceito linguístico através, muitas vezes, de comentários desdenhosos e julgamentos errôneos de sua moral. Portanto tal discriminação se configura numa agressão psicológica, conduta a qual induz a vítima a se silenciar, fazendo assim, com que a mesma não usufrua de sua liberdade de expressão.
Infere-se, portanto, que medidas sejam tomadas para a resolução da problemática. Por isso, faz-se necessário que o MEC-ministério da educação e cultura- projete dispositivos didáticos que em seus conteúdos ensinem a norma padrão da língua sem ferir ou oprimir as variantes das mesmas, como também, explane a importância de valorizar a diversidade do português brasileiro. Por meio, principalmente, de livros da disciplina de português para alunos do nível fundamental e médio. Além disso, as instituições da educação devem proporcionar palestras para toda comunidade, para que, esse conhecimento seja passado de forma unanime.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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