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#57073
No convívio social brasileiro, vem emergindo o estigma atrelado às doenças mentais, evidenciando a triste realidade brasileira de preconceito em relação aos transtornos psicológicos. Essa situação desafiadora exige ações mais incisivas do poder público e da sociedade civil para a resolução desse impasse.
Com efeito, a displicência do Estado com essa agenda é fator agravante do preconceito associado às enfermidades da mente. Prova dessa premissa é que, apesar da existência de aparatos elucidativos que alertem das péssimas consequências da existência de estigmas na sociedade relacionados às doenças mentais, ainda é observado uma mentalidade de negligência à essas, mesmo no país mais depressivo da América Latina, segundo a OMS. Sob essa óptica de displicência governamental, observa-se, também, a insuficiência do Estado acerca da dignidade da pessoa humana, um dos fundamentos da República Federativa do Brasil, assegurado na Carta Magna.
Ademais, o preconceito cotidianamente visto na sociedade brasileira no que tange às enfermidades psicológicas ocasionam o descrédito, por parte da população, acerca da importância da convivência social harmônica com pessoas que são acometidas com essas doenças. À guisa de ilustração, a modelo Raissa Barbosa, que possui Síndrome de Borderline, participou do programa “A Fazenda”, reality show amplamente visto no Brasil e transmitido pela Rede Record de Televisão, onde sofreu muitas críticas preconceituosas nas redes sociais em relação à sua conduta enquanto participante e, até mesmo, teve a legitimidade da sua participação questionada em virtude do seu transtorno mental.
Logo, para que a questão do estigma atrelado às doenças mentais seja solucionada e, desse modo, seja oportunizada na sociedade brasileira uma comunidade igualitária e harmônica para as pessoas acometidas com essas doenças, urge que o Governo Federal potencialize investimentos em informes educativos que alertem acerca da importância de mitigação desses pré-conceitos associados às enfermidades psicológicas, por meio de publicações patrocinadas nas redes sociais oficiais do Estado. Além disso, é preciso que as instituições formadoras de opinião, como as famílias e as escolas, oportunizem maiores debates sobre a realidade das pessoas que possuem transtornos psicológicos, sobretudo o impacto do preconceito vivido por essas em seu cotidiano, por intermédio, respectivamente, de diálogos mais frequentes nos lares e palestras com indivíduos acometidos por doenças mentais, com o fito de promover uma sociedade sem preconceitos e que contemple, verdadeiramente, o artigo 1º da Constituição Cidadã.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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