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#67339
No ano de 2018, segundo dados do IBGE, o Brasil tinha aproximadamente 11,5 milhões de mães solo. Nessa perspectiva, nota-se que no Brasil a prática do abandono paterno tem se tornado cada vez mais comum, uma vez que muitos homens se acham “menos responsáveis” pelos filhos, jogando todo o encargo para as mães ou avós. Dessa forma, fatores como a desigualdade de gênero e a ineficiência de leis se configuram como grandes entraves para o combate à irresponsabilidade paterna.

De início, cabe analisar a desigualdade de gênero como um empecilho para a resolução do problema. Acerca disso, a filósofa francesa Simone de Beauvoir defendia que: “não se nasce mulher, torna-se”, evidenciando, através de tal premissa, que as mulheres se tornam o que são devido aos deveres e costumes culturais que a elas são impostos. À vista disso, percebe-se que atualmente no Brasil ainda são definidos papéis bastantes rígidos sobre o que é ser homem e o que é ser mulher, nos quais, na maioria das vezes, o público feminino fica responsável pelo lar e pelos filhos, enquanto os homens são responsáveis apenas pela parte financeira. Logo, a permanência de tal cultura corrobora a controvérsia.

Outrossim, a ineficiência de leis configura-se como outra grande barreira para a promoção da paternidade responsável. De acordo com a Constituição Federal de 1988, é dever da família assegurar o direito dos filhos à convivência familiar. No entanto, na prática esta não é aplicada, uma vez que muitos pais ainda praticam o abandono afetivo no Brasil. Desse modo, visto que não há uma lei específica que obrigue a presença paterna na vida dos filhos, muitos homens acreditam que o pagamento de pensão alimentícia seja suficiente para suprir todas as necessidades do descendente. Assim, a persistência de tal situação contribui com a problemática.

Portanto, medidas são necessárias para amenizar o impasse. Para tal, cabe ao Ministério da Educação realizar debates e rodas de conversa nas escolas sobre desigualdade de gênero, mediante o auxílio de profissionais qualificados, tendo como foco a desconstrução da cultura que define os papéis dos homens e das mulheres na sociedade brasileira. Essa medida terá como principal finalidade ensinar aos jovens que não deve existir uma diferença tão grande nos deveres femininos e masculinos, de modo a tornar as tarefas mais igualitárias e desenraizar a ideia de que as mães são as maiores responsáveis pelos filhos. Dessa maneira, um passo colossal será dado rumo ao progresso.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 193

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 193

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 193

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 193

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 193

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#67359
@Anna1, oi!

Introdução
No ano de 2018, segundo dados do IBGE, o Brasil tinha aproximadamente 11,5 milhões de mães solo. Nessa perspectiva, nota-se que no Brasil a prática do abandono paterno tem se tornado cada vez mais comum, uma vez que muitos homens se acham “menos responsáveis” pelos filhos, jogando todo o encargo para as mães ou avós. Dessa forma, fatores como a desigualdade de gênero e a ineficiência de leis se configuram como grandes entraves para o combate à irresponsabilidade paterna.
Boa introdução. Possui repertório, problematização e tese. Aborda bem o tema e explicita a tese!

Desenvolvimento 1
De início, cabe analisar a desigualdade de gênero como um empecilho para a resolução do problema. Acerca disso, a filósofa francesa Simone de Beauvoir defendia que: “não se nasce mulher, torna-se”, evidenciando, através de tal premissa, que as mulheres se tornam o que são devido aos deveres e costumes culturais que a elas são impostos. À vista disso, percebe-se que atualmente no Brasil ainda são definidos papéis bastantes rígidos sobre o que é ser homem e o que é ser mulher, nos quais, na maioria das vezes, o público feminino fica responsável pelo lar e pelos filhos, enquanto os homens são responsáveis apenas pela parte financeira. Logo, a permanência de tal cultura corrobora a controvérsia.
Muito bom seu desenvolvimento, não tenho nada a falar.

Desenvolvimento 2
Outrossim, a ineficiência de leis configura-se como outra grande barreira para a promoção da paternidade responsável. De acordo com a Constituição Federal de 1988, é dever da família assegurar o direito dos filhos à convivência familiar. No entanto, na prática esta não é aplicada, uma vez que muitos pais ainda praticam o abandono afetivo no Brasil. Desse modo (1), visto que não há uma lei específica que obrigue a presença paterna na vida dos filhos, muitos homens acreditam que o pagamento de pensão alimentícia seja suficiente para suprir todas as necessidades do descendente. Assim, a persistência de tal situação contribui com a problemática.
1 - Acredito que caberia um outro conectivo, já que "desse modo" é conclusivo e você ainda estava na argumentação. Além disso, no próximo período você usou o "assim" também conclusivo.

Conclusão
Portanto, medidas são necessárias para amenizar o impasse. Para tal, cabe ao Ministério da Educação (2) realizar debates e rodas de conversa nas escolas sobre desigualdade de gênero (3), mediante o auxílio de profissionais qualificados (4), tendo como foco a desconstrução da cultura que define os papéis dos homens e das mulheres na sociedade brasileira (5). Essa medida terá como principal finalidade ensinar aos jovens que não deve existir uma diferença tão grande nos deveres femininos e masculinos, de modo a tornar as tarefas mais igualitárias e desenraizar a ideia de que as mães são as maiores responsáveis pelos filhos (6). Dessa maneira, um passo colossal será dado rumo ao progresso.
2 - Agente
3 - Ação
4 - Meio
5 - Detalhamento
6 - Efeito
Proposta completa, mas você podia trazer também soluções para a ineficiência de leis para que não seja visto como abandono de informação e prejudique sua competência 3.

Belo texto, parabéns e se possível, pode corrigir a minha? É sobre "o suicídio entre jovens: como enfrentar esse problema?" Obrigada!
Atenciosamente,
Ashiley
#67789
Ashiley escreveu:@Anna1, oi!

Introdução
No ano de 2018, segundo dados do IBGE, o Brasil tinha aproximadamente 11,5 milhões de mães solo. Nessa perspectiva, nota-se que no Brasil a prática do abandono paterno tem se tornado cada vez mais comum, uma vez que muitos homens se acham “menos responsáveis” pelos filhos, jogando todo o encargo para as mães ou avós. Dessa forma, fatores como a desigualdade de gênero e a ineficiência de leis se configuram como grandes entraves para o combate à irresponsabilidade paterna.
Boa introdução. Possui repertório, problematização e tese. Aborda bem o tema e explicita a tese!

Desenvolvimento 1
De início, cabe analisar a desigualdade de gênero como um empecilho para a resolução do problema. Acerca disso, a filósofa francesa Simone de Beauvoir defendia que: “não se nasce mulher, torna-se”, evidenciando, através de tal premissa, que as mulheres se tornam o que são devido aos deveres e costumes culturais que a elas são impostos. À vista disso, percebe-se que atualmente no Brasil ainda são definidos papéis bastantes rígidos sobre o que é ser homem e o que é ser mulher, nos quais, na maioria das vezes, o público feminino fica responsável pelo lar e pelos filhos, enquanto os homens são responsáveis apenas pela parte financeira. Logo, a permanência de tal cultura corrobora a controvérsia.
Muito bom seu desenvolvimento, não tenho nada a falar.

Desenvolvimento 2
Outrossim, a ineficiência de leis configura-se como outra grande barreira para a promoção da paternidade responsável. De acordo com a Constituição Federal de 1988, é dever da família assegurar o direito dos filhos à convivência familiar. No entanto, na prática esta não é aplicada, uma vez que muitos pais ainda praticam o abandono afetivo no Brasil. Desse modo (1), visto que não há uma lei específica que obrigue a presença paterna na vida dos filhos, muitos homens acreditam que o pagamento de pensão alimentícia seja suficiente para suprir todas as necessidades do descendente. Assim, a persistência de tal situação contribui com a problemática.
1 - Acredito que caberia um outro conectivo, já que "desse modo" é conclusivo e você ainda estava na argumentação. Além disso, no próximo período você usou o "assim" também conclusivo.

Conclusão
Portanto, medidas são necessárias para amenizar o impasse. Para tal, cabe ao Ministério da Educação (2) realizar debates e rodas de conversa nas escolas sobre desigualdade de gênero (3), mediante o auxílio de profissionais qualificados (4), tendo como foco a desconstrução da cultura que define os papéis dos homens e das mulheres na sociedade brasileira (5). Essa medida terá como principal finalidade ensinar aos jovens que não deve existir uma diferença tão grande nos deveres femininos e masculinos, de modo a tornar as tarefas mais igualitárias e desenraizar a ideia de que as mães são as maiores responsáveis pelos filhos (6). Dessa maneira, um passo colossal será dado rumo ao progresso.
2 - Agente
3 - Ação
4 - Meio
5 - Detalhamento
6 - Efeito
Proposta completa, mas você podia trazer também soluções para a ineficiência de leis para que não seja visto como abandono de informação e prejudique sua competência 3.

Belo texto, parabéns e se possível, pode corrigir a minha? É sobre "o suicídio entre jovens: como enfrentar esse problema?" Obrigada!
Atenciosamente,
Ashiley
Olá, @Ashiley, muito obrigada pela correção :mrgreen: . Sobre o D2 eu também achei esse conectivo meio inadequado, mas não achei um melhor para substituí-lo, alguma sugestão? Sobre a sua redação, posso dar uma olhadinha sim :D . Até sexta eu corrijo ela ;)
#68161
No ano de 2018, segundo dados do IBGE, o Brasil tinha aproximadamente 11,5 milhões de mães solo. Nessa perspectiva, nota-se que no Brasil < acho que seria interessante colocar "no País" pra não repetir Brasil] a prática do abandono paterno tem se tornado cada vez mais comum, uma vez que muitos homens se acham “menos responsáveis” pelos filhos, jogando todo o encargo para as mães ou avós. Dessa forma, fatores como a desigualdade de gênero e a ineficiência de leis se configuram como grandes entraves para o combate à irresponsabilidade paterna.

De início, cabe analisar a desigualdade de gênero como um empecilho para a resolução do problema. Acerca disso, a filósofa francesa Simone de Beauvoir defendia que: “não se nasce mulher, torna-se”, evidenciando, através de tal premissa, que as mulheres se tornam o que são devido aos deveres e costumes culturais que a elas são impostos. À vista disso, percebe-se que atualmente no Brasil ainda são definidos papéis bastantes rígidos sobre o que é ser homem e o que é ser mulher, nos quais, na maioria das vezes, o público feminino fica responsável pelo lar e pelos filhos, enquanto os homens são responsáveis apenas pela parte financeira. Logo, a permanência de tal cultura corrobora a controvérsia.

Outrossim, a ineficiência de leis configura-se como outra grande barreira para a promoção da paternidade responsável. De acordo com a Constituição Federal de 1988, é dever da família assegurar o direito dos filhos à convivência familiar. No entanto, na prática esta não é aplicada, uma vez que muitos pais ainda praticam o abandono afetivo no Brasil. Desse modo, visto que não há uma lei específica que obrigue a presença paterna na vida dos filhos, muitos homens acreditam que o pagamento de pensão alimentícia seja suficiente para suprir todas as necessidades do descendente. Assim, a persistência de tal situação contribui com a problemática.
* A questão do conectivo, talvez um de adição ou explicativo ficasse melhor: ademais, ainda, por sua vez, isto é, a saber...

Portanto, medidas são necessárias para amenizar o impasse < generalizou muito, podia trazer o título do tema pelo menos]. Para tal, cabe ao Ministério da Educação realizar debates e rodas de conversa nas escolas sobre desigualdade de gênero, mediante o auxílio de profissionais qualificados, tendo como foco a desconstrução da cultura que define os papéis dos homens e das mulheres na sociedade brasileira. Essa medida terá como principal finalidade ensinar aos jovens que não deve existir uma diferença tão grande nos deveres femininos e masculinos, de modo a tornar as tarefas mais igualitárias e desenraizar a ideia de que as mães são as maiores responsáveis pelos filhos. Dessa maneira, um passo colossal será dado rumo ao progresso.
* Diversificar mais os conectivos, não usar tão parecido, porque parece que está repetindo: dessa forma, desse modo, dessa maneira...
* Apostou em conscientização somente, poderia trazer o poder legislativo para agregar a intervenção e resolver a questão legislativa
#68287
jheromagnoli escreveu:No ano de 2018, segundo dados do IBGE, o Brasil tinha aproximadamente 11,5 milhões de mães solo. Nessa perspectiva, nota-se que no Brasil < acho que seria interessante colocar "no País" pra não repetir Brasil] a prática do abandono paterno tem se tornado cada vez mais comum, uma vez que muitos homens se acham “menos responsáveis” pelos filhos, jogando todo o encargo para as mães ou avós. Dessa forma, fatores como a desigualdade de gênero e a ineficiência de leis se configuram como grandes entraves para o combate à irresponsabilidade paterna.

De início, cabe analisar a desigualdade de gênero como um empecilho para a resolução do problema. Acerca disso, a filósofa francesa Simone de Beauvoir defendia que: “não se nasce mulher, torna-se”, evidenciando, através de tal premissa, que as mulheres se tornam o que são devido aos deveres e costumes culturais que a elas são impostos. À vista disso, percebe-se que atualmente no Brasil ainda são definidos papéis bastantes rígidos sobre o que é ser homem e o que é ser mulher, nos quais, na maioria das vezes, o público feminino fica responsável pelo lar e pelos filhos, enquanto os homens são responsáveis apenas pela parte financeira. Logo, a permanência de tal cultura corrobora a controvérsia.

Outrossim, a ineficiência de leis configura-se como outra grande barreira para a promoção da paternidade responsável. De acordo com a Constituição Federal de 1988, é dever da família assegurar o direito dos filhos à convivência familiar. No entanto, na prática esta não é aplicada, uma vez que muitos pais ainda praticam o abandono afetivo no Brasil. Desse modo, visto que não há uma lei específica que obrigue a presença paterna na vida dos filhos, muitos homens acreditam que o pagamento de pensão alimentícia seja suficiente para suprir todas as necessidades do descendente. Assim, a persistência de tal situação contribui com a problemática.
* A questão do conectivo, talvez um de adição ou explicativo ficasse melhor: ademais, ainda, por sua vez, isto é, a saber...

Portanto, medidas são necessárias para amenizar o impasse < generalizou muito, podia trazer o título do tema pelo menos]. Para tal, cabe ao Ministério da Educação realizar debates e rodas de conversa nas escolas sobre desigualdade de gênero, mediante o auxílio de profissionais qualificados, tendo como foco a desconstrução da cultura que define os papéis dos homens e das mulheres na sociedade brasileira. Essa medida terá como principal finalidade ensinar aos jovens que não deve existir uma diferença tão grande nos deveres femininos e masculinos, de modo a tornar as tarefas mais igualitárias e desenraizar a ideia de que as mães são as maiores responsáveis pelos filhos. Dessa maneira, um passo colossal será dado rumo ao progresso.
* Diversificar mais os conectivos, não usar tão parecido, porque parece que está repetindo: dessa forma, desse modo, dessa maneira...
* Apostou em conscientização somente, poderia trazer o poder legislativo para agregar a intervenção e resolver a questão legislativa
Olá, muito obrigada pela correção. Você poderia justificar por que tirou nota na C1 e C2, por favor? Queria saber onde errei. Desde já agradeço. ;)

Muito se tem discutido, recentemente, acerca das d[…]

nycolas2005 , muito obrigada, fico feliz pela cor[…]

Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio &aacu[…]

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