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#43796
Recentemente na China, um vírus denominado coronavírus, causador da COVID-19, sofreu uma modificação e se dispersou aceleradamente através dos continentes, colocando o mundo em um estado de pandemia. Por causa desse acontecimento, percebeu-se, mais acentuadamente, que a tecnologia e a internet são instrumentos essenciais e necessários para toda população, os quais apresentam desde serviços mais simples, como streaming de vídeos, até os mais essenciais, como e-commerce, internet banking e até aplicação de serviços públicos. O ensino a distância, no entanto, não é facilmente aplicado e usufruído por grande parte da população, uma vez que, no Brasil, muitos ainda não possuem acesso regular à internet. Nessa lógica, torna-se relevante analisar os entraves da educação a distância durante a pandemia.

Com o início do confinamento, os governantes tiveram que adotar medidas protetivas de isolamento, dentre elas, a paralisação das escolas. Por causa disso, as instituições escolares tiveram que adotar o método de ensino a distância, porém, essa educação ocorre de maneira desigual. Escolas sem infraestrutura necessária, professores com pouco conhecimento em novas tecnologias, alunos e docentes sem acesso à internet, bem como pouco tempo para adaptação são algumas das problemáticas enfrentadas nesse tipo de ensino. Assim como para os outros entrar em isolamento social foi uma surpresa, para os professores e alunos, foi ainda mais desafiador. Muitos docentes tiveram que se adaptar sozinhos e reaprender a dar aula, acostumando-se com as novas ferramentas e os novos meios de comunicação. Os alunos também precisaram se moldar nesse novo cenário, com pouco amparo das escolas – já que, muitas vezes, elas não despõem de recursos, sobretudo na rede pública – e, em muitos casos, parte dos alunos nem se quer tem acesso às aulas.

Convém destacar que os estudantes mais pobres são os mais afetados. Famílias mais carentes, ou até mesmo indivíduos que moram no interior, não têm acesso à internet, uma minoria tem computador em casa, muitas vezes dependem do celular para acessar as atividades e, em alguns casos, esse aparelho é compartilhado pela família. Em 2011, a ONU declarou o acesso à internet como um direito humano, mas o contexto de pandemia mostrou o quanto existem pessoas afastadas desse direito. Segundo o IBGE, uma em cada quatro pessoas no Brasil não tem acesso à internet (46 milhões) e em áreas rurais esse índice chega a 50%. Além de todos os problemas de desigualdade e da falta de recursos para acessar tais aulas, o fator emocional é preocupante. Por causa da pandemia, tendo que ficar em casa, muitas vezes, sem espaço para estudar, sofrendo altas cobranças e com o aumento da carga de estudos, muitos alunos desenvolvem ansiedade. Além disso, a dificuldade de manter uma boa rotina de estudos e continuar motivado também são problemas recorrentes no isolamento. Segundo uma pesquisa do Datafolha, feita em julho de 2020, 74% dos alunos entrevistados se sentem tristes, ansiosos ou irritados.

Depreende-se desse cenário, portanto, que cabe ao Estado promover melhores condições para a educação a distância. Tal ação ocorrerá por meio de programas que capacitem os professores para utilizarem as novas ferramentas de ensino, com aulas online que expliquem como usar os aplicativos de streaming, os gravadores de vídeo e ferramentas de formatação de exercícios. Além disso, as Secretarias de Educação podem autorizar a abertura de escolas em determinados horários do dia, na intenção de que alunos menos favorecidos tenham acesso às ferramentas de informática e aos livros didáticos das bibliotecas, no fito de melhorar a qualidade do ensino a distância, reduzindo a grande desigualdade existente. Ademais, entende-se como pertinente que o governo promova maior acesso à internet, principalmente para as regiões interioranas, já que se trata de um direito universal.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 140

Você atingiu aproximadamente 70% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.

#43915
Recentemente na China, um vírus denominado coronavírus, causador da COVID-19, sofreu uma modificação(mutação) e se dispersou aceleradamente através dos continentes, colocando o mundo em um estado de pandemia. Por causa desse acontecimento, percebeu-se, mais acentuadamente, que a tecnologia e a internet são instrumentos essenciais e necessários para toda população, os quais apresentam desde serviços mais simples, como streaming de vídeos, até os mais essenciais, como e-commerce, internet banking e até aplicação de serviços públicos. O ensino a distância, no entanto, não é facilmente aplicado e usufruído por grande parte da população, uma vez que, no Brasil, muitos ainda não possuem acesso regular à internet. Nessa lógica, torna-se relevante analisar os entraves da educação a distância durante a pandemia.
( não é possível identificar suas teses, o que é essencial na dissertação do Enem, já que é preciso ter uma opinião.)
Com o início do confinamento, os governantes tiveram que adotar medidas protetivas de isolamento, dentre elas, a paralisação das escolas (Não esqueça do conectivo do D1: Em primeiro lugar, primeiramente..)Por causa disso, as instituições escolares tiveram que adotar o método de ensino a distância, porém, essa educação ocorre de maneira desigual. Escolas sem infraestrutura necessária, professores com pouco conhecimento em novas tecnologias, alunos e docentes sem acesso à internet, bem como pouco tempo para adaptação são algumas das problemáticas enfrentadas nesse tipo de ensino. Assim como para os outros entrar em isolamento social foi uma surpresa, para os professores e alunos, foi ainda mais desafiador. Muitos docentes tiveram que se adaptar sozinhos e reaprender a dar aula, acostumando-se com as novas ferramentas e os novos meios de comunicação. Os alunos também precisaram se moldar nesse novo cenário, com pouco amparo das escolas – já que, muitas vezes, elas não despõem de recursos, sobretudo na rede pública – e, em muitos casos, parte dos alunos nem se quer tem acesso às aulas.( a ideia é boa, porém, você não trouxe nenhum dado, ou fato histórico que comprovar seus argumentos. Isso vai prejudicar sua nota na C2[)/color]

Convém destacar que os estudantes mais pobres são os mais afetados(sem conectivo de começo de tese, novamente). Famílias mais carentes, ou até mesmo indivíduos que moram no interior, não têm acesso à internet, uma minoria tem computador em casa, muitas vezes dependem do celular para acessar as atividades e, em alguns casos, esse aparelho é compartilhado pela família. Em 2011, a ONU declarou o acesso à internet como um direito humano, mas o contexto de pandemia mostrou o quanto existem pessoas afastadas desse direito. Segundo o IBGE, uma em cada quatro pessoas no Brasil não tem acesso à internet (46 milhões) e em áreas rurais esse índice chega a 50%. Além de todos os problemas de desigualdade e da falta de recursos para acessar tais aulas, o fator emocional é preocupante. Por causa da pandemia, tendo que ficar em casa, muitas vezes, sem espaço para estudar, sofrendo altas cobranças e com o aumento da carga de estudos, muitos alunos desenvolvem ansiedade. Além disso, a dificuldade de manter uma boa rotina de estudos e continuar motivado também são problemas recorrentes no isolamento. Segundo uma pesquisa do Datafolha, feita em julho de 2020, 74% dos alunos entrevistados se sentem tristes, ansiosos ou irritados.(aqui o problema é o oposto, uma quantidade excessiva de informação em um parágrafo, deixa o texto massivo, e complicado. E o fato de não ter colocado teses, deixa tudo mais jogado.)

Depreende-se desse cenário, portanto, que cabe ao Estado( sem letra maiúscula)(agente) promover melhores condições para a educação a distância(ação). Tal ação ocorrerá por meio de programas que capacitem os professores para utilizarem as novas ferramentas de ensino, com aulas online que expliquem como usar os aplicativos de streaming, os gravadores de vídeo e ferramentas de formatação de exercícios(modo). Além disso, as Secretarias de Educação (agente)podem autorizar a abertura de escolas em determinados horários do dia(ação), na intenção de que alunos menos favorecidos tenham acesso às ferramentas de informática e aos livros didáticos das bibliotecas, no fito de melhorar a qualidade do ensino a distância, reduzindo a grande desigualdade existente(ação, novamente). Ademais, entende-se como pertinente que o governo (agente)promova maior acesso à internet, principalmente para as regiões interioranas, já que se trata de um direito universal.(ação)
[color=#FF0000](conclusão com três propostas incompletas. Lembrando que, são nescessário: agente, ação, modo, efeito e detalhamento)

C1-160
C2-120
C3-120
C4-80
C5-120
Nota:640

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