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Direitos autorais: a exclusão das classes desfavorecidas

No século XXI, com o acelerado desenvolvimento da tecnologia e de plataformas que visam o armazenamento de dados na internet, a divulgação de produtos e serviços simplificou, em grande escala, a circulação da economia entre os consumidores digitais. Em contrapartida, a carência de democracia, isto é, o acesso universal às produções autorais, submetida pelas empresas e profissionais de variados ramos de atuação, tornou as informações, expostas virtualmente, como objeto de manipulação por parte de grupos motivados por dois aspectos: a desigualdade social e a não democratização do conhecimento.
Primeiramente, vale salientar que, nos dias de hoje, vive-se em um mundo tomado pelo desnivelamento das classes sociais. Em muitos países subdesenvolvidos, a distribuição de renda é desequilibrada e por consequência, a capacidade de utilização de materiais ligados aos campos socioculturais ou educacionais restringe-se apenas às classes mais elitizadas, tal como no Brasil, onde, segundo o IBGE, 40 milhões de habitantes não detêm acesso à rede internet. Logo, a pirataria não deve ser estigmatizada por uma violação aos direitos autorais, mas sim como uma tentativa de reduzir o desenfreado crescimento da desigualdade mundial.
Ademais, ao objetivar a melhora da educação, o acesso ao conhecimento não deve ser limitado e protegido pelos direitos do autor. Muitos estudantes, nascidos em comunidades precárias e cujas famílias possuem baixa renda mensal para suprir todas as necessidades, carecem de aprendizados básicos essenciais para suas formações acadêmicas e isso ocorre devido à ausência de homogeneidade cultural nas civilizações. Portanto, a busca pela qualificação do ensino nacional simultânea a uma exclusão por parte da sociedade é um ato digno de hipocrisia e desconexo de empatia.
Em síntese, o Partido Pirata tem o dever de organizar protestos por uma humanidade igualmente capaz de acessar produtos e mercadorias, incluindo as camadas socialmente desprivilegiadas e tendo como meta homogeneizar a possibilidade de enriquecer a cultura e intelecto dos indivíduos. Deve-se lutar pela modificação dos direitos autorais, de forma a torná-los apenas seguros de tentativas de difamação e banalização por parte de movimentos guiados pela maldade, pois, desta maneira, o Índice de Desenvolvimento Humano dos países sofrerão um aumento e as gerações futuras possuirão um mundo justo para viver.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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