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Por FabAlves
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A constituição federal de 1988, o documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º direito à moradia como inerente a todo cidadão brasileiro. Contato, tal prorrogativa não tem se reverberado com ênfase, na prática, quando se observa as dificuldades sofridas por pessoas sem teto, dificultando, desse modo, a universalização desse título tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa análise dos fatores que favorecem nesse quadro como a negligência governamental e falta de emprego.
Em primeira análise, deve se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater os crescentes números de desabrigados. Nesse sentido, as pessoas com pobreza a pobreza extrema aumentou mais de 48% de 2021 para o ano de 2022, de acordo (IPEA) instituto de pesquisa econômica aplicado, com isso, demonstra a falta de política pública para prevenir essa alta do índice dessa população de rua. Nessa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se uma violação do "contrato social", já que o estado não cumpre com sua função de garantir que os cidadãos desfrutem dos seus direitos indispensáveis com a moradia, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a inexistência das vagas de emprego para essas minorias da população como impulsionador desses cidadãos sem teto no Brasil. Diante disso, o pensamento do sociólogo francês Émile Durkheim "nosso egoísmo é, em grande parte, produtos da sociedade", já que esse egoísmo não gera uma empatia com o próximo. Diante tal exposto o senhor Cris foi demitido durante a pandemia de covid-19, com isso a rede ficou muito abaixo do salário mínimo através disso, viraram pessoas com pobreza extrema chegando até mesmo morar na rua. Logo, inadmissível que esse cenário continua a pendurar.
Depende se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é é imprescindível que o governo e empresas privadas, por intermediário de recursos financeiros e aumento de vagas, que dão chance para essa minoria e a criação de programas e empreendedorismo (PNEPR) programa nacional de empreendedorismo para população de rua, com auxílio de um especialista na área para criação de uma empresa a fim de movimentar o mercado interno, geração de emprego e a diminuição do índice dessa população. assim consolidará uma sociedade mais empreendedora, onde o Estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal formação do filósofo John Locke.
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