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A globalização conseguinte da Segunda Revolução Industrial, ocorrida a partir da metade do século XIX gerou mudanças significativas nos meios de produção e o consequente aumento da exploração ambiental em todo planeta. Com isso, apesar dos avanços proporcionados por esse progresso, torna-se visível a dificuldade em promover o equilíbrio entre desenvolvimento e sustentabilidade. Nesse contexto, a indiligência por parte das empresas, aliada à lógica capitalista, configuram-se como entraves que impedem a consolidação de um desenvolvimento sustentável.
Mormente, é importante analisar como a atual gestão da maioria das empresas não inclui em suas metas a preservação ambiental. Conforme o "tripé da sustentabilidade" - termo criado pelo empresário britânico John Elkington - a administração empresarial deve ser baseada em três aspectos fundamentais: social, ambiental e econômico, os quais devem interagir harmonicamente. Contudo, observa-se que grande parte das corporações não segue esse critério, tendo em vista que geralmente se preocupam com o desenvolvimento econômico em detrimento das causas ambientais. Dessa forma, a integridade do planeta e da sociedade, bem como seu futuro, ficam seriamente comprometidos.
Ademais, é válido ressaltar que a priorização dos interesses capitalistas interfere negativamente na questão. Sob a óptica do sociólogo polonês Zygmunt Bauman, os valores da sociedade são colonizados pela lógica de mercado. Nessa perspectiva, tal constatação é nítida ao se analisar o desequilíbrio entre desenvolvimento e sustentabilidade, uma vez que, de acordo com os ideais marcados pelo senso comum, um meio ambiente ecologicamente equilibrado não gera lucros financeiros. No entanto, é evidente que, caso essa lógica não mude e não seja estabelecida uma preservação ambiental efetiva, futuramente não haverão recursos naturais para a própria sustentação da economia.
Infere-se, portanto, a urgente necessidade de implementação de medidas para superar tais desafios. Para tanto, as ONGs que atuam na preservação ambiental podem auxiliar as empresas a elaborar e executar um plano de reconstrução do meio ambiente que já está devastado, por meio do plantio de árvores e da despoluição dos rios, por exemplo. Posteriormente,as empresas devem manter esses cuidados, a fim de preservar o planeta tanto para a geração atual, quanto para as gerações futuras. Dessarte, será estabelecido um desenvolvimento sustentável e equilibrado, tal qual propôs John Elkington em sua teoria.
@jherodrigues
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Olá, Bia. A sua redação n&at[…]

eurodrigo anasilva1 Bia2201 3m1ly Gi6[…]

eurodrigo Obrigado pela avaliaçã[…]

oii, estou de volta pessoal!!! Gostaria que corrig[…]

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