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Por andreinatam
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Durante a Primeira Guerra Mundial, a mulher deixou de atuar apenas em atividades domésticas e passou a ser peça ativa na economia mundial à medida em que eram requisitadas em trabalhos antes desempenhados exclusivamente por homens, como em fábricas. No Brasil atual, entretanto, os trabalhos de cuidado continuam a ser exercidos por mulheres que se veêm frente à desvalorização desse ofício, devido em maior parte à desigualdade social e ao machismo que perpetuam na sociedade.
De início, pode-se ressaltar que a desigualdade social é o principal motor da desvalorização do trabalho de cuidado. De acordo com a música "Xibom bombom" do grupo musical "As meninas", a pessoas mais pobres sofrem com a falta de oportunidades e de mobilidade social. De fato isso se observa diante desse tipo de trabalho tendo em vista que costuma se exercido por mulheres e meninas que pertencem a uma classe social mais baixa e encontram-se frente aos baixos salários ou até mesmo à ausência destes, o que gera uma desvalorização do seu ócio.
Outrossim, a permanência de mulheres na execução de trabalhos de cuidado ocorre devido ao machismo enraizado na sociedade. A escritora feminista Simone Beauvoir, no livro intitulado "O Segundo Sexo", discorre sobre a interiorização da mulher na maioria das atividades laborais tidas como "masculinas". O fundamento da autora se valida nos trabalhos de cuidado à medida em que este é executado na maioria das vezes por muitas vítimas do preconceito de gênero.
Infere-se, portanto, que assegura a visibilidade do trabalho de cuidado é um desafio no Brasil. Sendo assim, o Ministério do Trabalho, órgão responsável por fiscalizar e gerenciar a relações de trabalho e emprego; deve realizar campanhas sobre a valorização do trabalho de cuidado, por meio de canais de radiodifusão e da internet, a fim de retirar o trabalho de cuidador da invisibilidade. Cabe, ainda, ao Ministério do Trabalho fiscalizar os locais em que hajam cuidadores para averiguar se os salários estão de acordo com a norma vigente na CLT. Só assim, pode ser possível que o trabalho de cuidado seja valorizado na sociedade.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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