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Por Brunasantozs
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A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu Artigo 6°, o direito a trabalho assalariado como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o os desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil. Dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perpectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a invisibilidade sofrida por cuidadoras no Brasil, a desigualdade de gênero é com certeza um dos fatores alarmante para esse cenário no país, tendo em vista a enorme desigualdade vivida por mulheres diariamente. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação ao "contrato social", já que o Estado não cumpre sua função de garantir com que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, com o trabalho assalariado, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a desvalorização da profissão como impulsionador do problema no Brasil, o que desvaloriza ainda mais as mulheres, já que segundo dados disponibilizados pelo IBGE, as mulheres desempenham uma média maior de horas dedicadas ao cuidado domésticos, com 21,4%, 10,0% a mais do que os homens. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar no país.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos, para isso, é imprescindível que o Ministério do trabalho junto ao Governo Federal por intermédio de meios de ampliações aos quais beneficiam essa profissão, como no aumento do salário e garantia de recebimento do salário. Assim, se consolidara uma sociedade mais justa, onde o estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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